UFSC Blumenau realiza campanha no mês de conscientização sobre o autismo

06/04/2026 07:10

A UFSC Blumenau realiza, durante o mês de abril, uma campanha de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Conhecido como Abril Azul, o mês concentra ações com o objetivo de conscientizar a comunidade acadêmica sobre o tema e dar visibilidade sobre direitos, diagnóstico e tratamentos, além de buscar uma sociedade mais consciente, menos preconceituosa e mais inclusiva.

O Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, comemorado em 2 de abril, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007 para promover conhecimento sobre o autismo, reduzir a discriminação e incentivar a inclusão social. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70 milhões de pessoas são autistas no mundo.

O TEA é um transtorno caracterizado pela alteração das funções do neurodesenvolvimento, que podem englobar alterações da comunicação, seja na linguagem verbal ou não verbal, da interação social e do comportamento. É comum a pessoa autista apresentar ações repetitivas, hiperfoco para objetos específicos e restrição de interesses. Dentro do espectro, são identificados graus que podem ser leves e com total independência, apresentando discretas dificuldades de adaptação, até níveis de total dependência para atividades cotidianas ao longo de toda a vida.

Direitos

Após o reconhecimento da ONU sobre o tema, diversas leis foram criadas em todo o mundo para assegurar o acesso à educação, à saúde e à convivência social das pessoas com TEA. No Brasil, desde 2012, pessoas com o transtorno são legalmente consideradas pessoas com deficiência, garantindo uma série de direitos (Lei nº 12.764/2012). Alguns deles são:

  • Redução da jornada de trabalho dos pais ou responsáveis, sem prejuízo salarial, quando comprovada a necessidade de assistência à pessoa com TEA;
  • Inclusão escolar;
  • Atendimento prioritário em serviços públicos e privados;
  • Acesso ao mercado de trabalho, com políticas de inclusão e cotas em concursos e empresas;
  • Isenção de impostos na aquisição de veículos;
  • Vagas preferenciais em estacionamentos;
  • Transporte gratuito e/ou facilitado;
  • Direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), quando atendidos os critérios de renda;
  • Isenção de Imposto de Renda nos casos previstos em lei.

Importância do diagnóstico

O diagnóstico médico é o primeiro passo para que as pessoas com TEA acessem seus direitos. Além disso, a confirmação precoce do diagnóstico pode fazer toda a diferença na vida da pessoa e de seus familiares, evitando interpretações errôneas sobre o comportamento da criança.

Assim que confirmado o diagnóstico, é possível iniciar intervenções terapêuticas que aproveitam a neuroplasticidade cerebral nos primeiros anos de vida, melhorando significativamente a comunicação, interação social e autonomia da criança. Isso significa que ela poderá aprender a lidar melhor com desafios do dia a dia, desenvolver habilidades importantes e ter mais qualidade de vida.

Apesar da importância do diagnóstico precoce, muitas vezes ele só é definido na vida adulta. O diagnóstico é feito por um profissional de saúde, geralmente psiquiatra ou neurologista, por meio de avaliação clínica, histórico de vida e análise de padrões comportamentais. O reconhecimento do transtorno pode trazer mais compreensão, acolhimento e qualidade de vida.

Tratamentos

Não existe um tratamento único e definitivo para o TEA, cada plano terapêutico deve considerar as características individuais da pessoa, cenário familiar e social, além de suas preferências e interesses. As intervenções podem incluir acompanhamento com fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, médicos e educadores especializados, dependendo do que for mais adequado para cada caso.

É importante lembrar que o autismo não é uma doença, portanto não se trata de buscar uma cura, mas sim de oferecer tratamentos que favoreçam o desenvolvimento, a autonomia e a qualidade de vida da pessoa com TEA. O foco deve estar no respeito às particularidades, na garantia de direitos e na promoção da inclusão.

Cordão de identificação

Em 2023, foi criada a Lei 14.624, para facilitar a identificação em todo território nacional de pessoas com deficiências invisíveis – como autismo, surdez, deficiências cognitivas e limitações intelectuais. Ela oficializa o cordão de fita com desenhos de girassóis como símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas.

Já o cordão de quebra cabeças com fundo azul identifica especificamente pessoas com autismo. Ambos os cordões têm como finalidade a identificação rápida em locais públicos, garantindo suporte, atendimento prioritário e evitando constrangimentos. Porém, o uso do cordão é opcional; a falta dele não é impeditivo para que as pessoas com TEA tenham acesso aos seus direitos.

TEA na UFSC Blumenau

Na UFSC Blumenau, o Núcleo Pedagógico (NuPe) é o setor responsável pelo acolhimento e acompanhamento dos estudantes com TEA. De acordo com o NuPe, atualmente o setor acompanha 15 estudantes, incluindo de graduação e de pós-graduação, com diagnóstico de autismo. Entretanto, pode haver mais estudantes que ainda não obtiveram o diagnóstico formal ou ainda não solicitaram acompanhamento.

Segundo o NuPe, estudantes com TEA apresentam diferentes condições e formas de aprender, que demandam um conjunto articulado de apoios e orientações que considerem suas especificidades cognitivas, comunicacionais, sensoriais e socioemocionais. Nessa perspectiva, do ponto de vista didático-pedagógico, é fundamental a adoção de estratégias que favoreçam a previsibilidade e a organização do processo de aprendizagem, bem como a disponibilização prévia de planos de ensino, cronogramas detalhados e instruções claras sobre atividades e avaliações.

O NuPe ressalta ainda a necessidade do uso de múltiplos recursos didáticos (visuais, escritos e audiovisuais) para ampliar as possibilidades de compreensão e engajamento. No âmbito da comunicação, é necessário adotar uma linguagem objetiva, evitando ambiguidades e metáforas excessivas que possam dificultar a interpretação. Estudantes com TEA podem enfrentar desafios na interação social e na adaptação ao ambiente universitário e, por esse motivo, precisam também de acompanhamento a partir da Psicologia Educacional e da Orientação Pedagógica (Piape), também oferecidos pelo NuPe.

Como buscar ajuda

O primeiro passo recomendado é entrar em contato com o NuPe e realizar o agendamento de um atendimento na seção Acessibilidade Educacional. Para isso, o estudante deve preencher o formulário e selecionar a modalidade "Acessibilidade". Após o recebimento da solicitação, a equipe do NuPe agenda um atendimento inicial de acolhimento e escuta ativa, momento em que o estudante terá a oportunidade de relatar suas experiências, dificuldades, formas de aprendizagem e necessidades específicas. Essa escuta é fundamental para que a equipe compreenda o estudante em sua singularidade e, a partir disso, possa propor as adaptações e os encaminhamentos pedagógicos pertinentes.

Para melhor compreensão do fluxo e do funcionamento do acompanhamento, o NuPe criou o Documento Orientador em Acessibilidade. O núcleo também oferece suporte aos docentes, auxiliando na compreensão das necessidades específicas dos estudantes e na realização de adaptações pedagógicas, contribuindo para um processo de inclusão mais efetivo no contexto universitário.

Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau, com informações do Ministério da Saúde

Tags: Abril AzulconscientizaçãoinclusãoTEATranstorno do Espectro Autista

Pibid realiza formação sobre inclusão para professores da Escola Luiz Delfino

23/07/2025 15:01

Na última segunda-feira, dia 21 de julho, o subprojeto interdisciplinar do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) da UFSC Blumenau promoveu uma formação com os professores da Escola de Educação Básica Luiz Delfino, em Blumenau. A formação teve como tema “Educação para todos: barreiras, deficiências e o potencial transformador do DUA”.

O encontro teve como objetivo fortalecer as práticas pedagógicas inclusivas no ensino de Ciências da Natureza e Matemática, promovendo reflexões sobre a importância de uma educação acessível, equitativa e de qualidade para todos os estudantes. “Durante a formação, discutimos os principais desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência no contexto escolar, trazendo à tona temas como barreiras atitudinais e estruturais, o capacitismo e a necessidade de ações concretas que garantam a participação plena e efetiva de todos os alunos na aprendizagem”, conta a professora Fabiana Schmitt Corrêa, uma das coordenadoras do Pibid na UFSC Blumenau.

Segundo Fabiana, um dos destaques da atividade foi a abordagem do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), uma proposta que convida educadores a planejarem suas aulas desde o início de forma acessível, considerando diferentes formas de engajamento, representação dos conteúdos e expressão dos aprendizados. “O DUA foi apresentado como uma ferramenta potente para transformar a prática docente, tornando-a mais sensível à diversidade dos modos de aprender”, explica.

Para finalizar a formação, foi realizada uma mini oficina prática, em que os participantes foram convidados a explorar diferentes estratégias para ensinar um mesmo conteúdo, estimulando a criatividade e o olhar para as potencialidades de cada aluno. “A atividade foi marcada por trocas significativas, escuta ativa e entusiasmo coletivo, reafirmando o compromisso da parceria entre universidade e escola na construção de uma educação inclusiva”, finaliza Fabiana.

Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau
Fotos: arquivo pessoal

Tags: Extensãoformação de professoresinclusãopibid

Núcleo Pedagógico divulga orientações sobre acessibilidade no campus

25/04/2025 13:24

O Núcleo Pedagógico (NuPe) da UFSC Blumenau divulgou esta semana o Documento Orientador em Acessibilidade, voltado para os professores do campus e estudantes com deficiências, neurodivergências, transtornos globais de desenvolvimento (TGD), altas habilidades ou superdotação. O material tem como objetivo orientar as práticas didático-pedagógicas no campus, visando garantir o acesso, permanência e o pleno desenvolvimento acadêmico desses estudantes.

O documento apresenta os conceitos de acessibilidade, educação especial e inclusão, além de trazer um resumo da legislação atual sobre o tema. Estabelece também o fluxo do acompanhamento em acessibilidade no Campus Blumenau da UFSC e define as competências dos envolvidos no processo.

A UFSC Blumenau tem hoje cerca de 25 estudantes com esse perfil sendo acompanhados pelo NuPe. A pedagoga Zenira Maria Malacarne Signori, coordenadora do núcleo, conta que a ideia de criar o documento surgiu devido ao aumento de estudantes com deficiência ou neurodivergentes. “Em diálogo com as coordenações dos cursos, sentimos a necessidade de elaborar um documento orientador, que nos desse um norte para os processos de acolhimento e adaptações necessárias, buscando atender uma legislação nacional que preconiza alguns direitos desses estudantes”, conta.

Zenira frisa ainda que, institucionalmente, ainda não há uma legislação que oriente a comunidade acadêmica, sobretudo professores e setores envolvidos nos processos de ensino e aprendizagem. “É importante dizer que não se trata de uma legislação local, mas apenas um documento com algumas diretrizes orientadoras. Desde início de 2024 vínhamos dialogando com as coordenações e construindo de forma coletiva”, acrescenta a coordenadora.

O documento na íntegra está disponível para consulta no site do NuPe. Em caso de dúvidas, professores e estudantes podem entrar em contato com a equipe técnica pelo e-mail

Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: acessibilidadeinclusãoNúcleo PedagógicoNUPEpermanência

Núcleo Pedagógico promove evento sobre inclusão na próxima quinta

06/09/2024 15:50

Na próxima quinta-feira, 12 de setembro, o Núcleo Pedagógico (NuPe) da UFSC Blumenau promoverá o evento "Inclusão: Pensando a Neurodiversidade e o Acolhimento na Universidade". O encontro será realizado no Auditório Professor Fernando Ribeiro Oliveira a partir das 13h30. Toda a comunidade acadêmica é convidada a participar, especialmente os estudantes.

O evento contará com a presença das palestrantes Anelize Termann, Perla Torrens e Natália Vieira que falarão sobre legislação, neurodiversidade e acolhimento. Os participantes receberão certificado, validável como atividade extracurricular (AACCs ou ATCCs). As inscrições podem ser feitas até o dia 11 de setembro, pelo formulário eletrônico.

Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: eventoinclusãoNúcleo PedagógicoNUPE

Estudantes criam tabela periódica acessível em 3D na disciplina de Educação Especial

30/06/2023 13:03

Na última quarta-feira, 28 de junho, os alunos da disciplina de Educação Especial, ministrada pela professora Fabiana Schmitt Corrêa, apresentaram uma tabela periódica acessível em 3D como projeto de PCC (Práticas como Componente Curricular). O resultado apresentado é fruto de todo o conhecimento adquirido ao longo do semestre.

O projeto teve como objetivo a produção de uma tabela periódica para atender as necessidades de pessoas com deficiência, tais como a cegueira/baixa visão, surdez e deficiência intelectual e física, incluindo também pessoas com transtorno do espectro autista. Na tabela, cada elemento possui informações de suas particularidades, apresentando uma organização em cores, fontes grandes, símbolos na Língua Brasileira de Sinais (Libras) e no braille. Cada elemento também conta com um QRcode que leva a audiodescrição do elemento com todas as informações contempladas no cubo.

Lucas Gonçalves, idealizador do projeto e estudante da 7ª fase do curso de Licenciatura em Química, conta que teve a ideia depois que apresentou um trabalho no XXI Encontro Nacional de Ensino de Química (Eneq 2023), realizado em março deste ano. "Lá eu pude ver o que estava sendo produzido no Ensino de Química, porém vi a carência dos materiais incluírem e assistirem mais pessoas com deficiências distintas. Então, inspirado nos trabalhos que vi lá e em uma tabela que a Universidade Federal de Brasília produziu, resolvi propor a ideia para a minha turma, que abraçou o projeto e juntos conseguimos fazer um lindo trabalho colaborativo, com foco na inclusão e acessibilidade", relata.

Ao todo, 21 alunos colaboraram com o projeto. A tabela periódica acessível 3D ficará em exposição nos eventos dos cursos de Química da UFSC Blumenau e poderá ser utilizada pelos licenciandos para dar aulas. "Temos como objetivo agora divulgar nosso trabalho em eventos científicos e nas escolas para promover a inspiração para que mais tabelas como essa sejam produzidas e espalhadas pelo nosso estado, em escolas públicas e particulares", conclui Lucas.

A disciplina de Educação Especial é obrigatória para alunos dos cursos de Licenciatura, mas estudantes de todos os cursos podem cursá-la como optativa.

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau
Fotos: Richard Kauê Schubert

Tags: acessibilidadeEducação EspecialinclusãoLicenciaturasQuímicatabela periódica

Campus Blumenau é parceiro na realização da Semana Inclusiva SC 2021

14/09/2021 17:27

O Campus Blumenau da UFSC, por meio do Núcleo de Educação na Perspectiva das Tecnologias e Alteridade (Nepta), é um dos parceiros na realização da Semana Inclusiva Santa Catarina 2021, evento que tem como objetivo criar um movimento sobre acessibilidade, diversidade, cuidado, bem-estar e inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Este ano, o evento será totalmente on-line, com transmissão pelo YouTube.

De 21 a 23 de setembro, serão realizados eventos virtuais que abordarão temas como Diversidade e Inclusão; Cuidado e Bem-Estar; Esporte e Lazer; Trabalho e Emprego; Novas tecnologias; e Novas linguagens e Acessibilidade. Já no primeiro dia do evento, acontece o Dia D - Feirão de Empregos.

Nesta quinta-feira, 16 de setembro, das 14h às 16h, será realizado um pré-evento, denominado Sensibilização, que tem por objetivo orientar o empregador sobre a necessidade do cumprimento do art. 93 da lei 8.213/91, que reserva uma parte das vagas em empresas com mais de 100 funcionários a beneficiários do INSS e pessoas com deficiência. Durante a Sensibilização, os empregadores também receberão orientações de como é possível, por meio da Semana Inclusiva, encontrar mão de obra qualificada para preenchimento dessas vagas.

De acordo com o Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT), atualmente quase 2 mil empresas de SC se enquadram nesta lei e apenas 54,71% das vagas estão preenchidas. Esse percentual vem aumentando gradativamente desde 2015, quando o primeiro Feirão de Empregos - que deu origem a Semana Inclusiva - foi realizado.

É possível participar do evento como beneficiário do INSS ou pessoa com deficiência, como representantes de empresas (empregadores) ou também como pessoa interessada no evento. Para fazer sua inscrição, clique aqui.

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau, com informações do Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT)

Tags: acessibilidadeempregoExtensãoinclusãoSemana Inclusiva

Nepta promove roda de conversa sobre inclusão na infância neste sábado

23/08/2021 14:10

Evento organizado pelas turmas de 4º/5º anos da escola municipal José Jacinto Cardoso e EJA Centro III - 1º Segmento/Serrinha/Florianópolis, os quais convidam para a roda de conversa sobre a inclusão na infância, que acontecerá no dia 28/08/2021, das 14h às 15h30min. Quatro convidados são apresentados, as fotos deles são arredondadas e alternam entre esquerda e direita do cartaz. Os nomes e ocupações de cada um são descritos no centro. A primeira foto é maior, ela mostra Augusto Selhorst, estudante da rede municipal de Indaial/SC, lendo [um cartão de boas vindas] em braille. A próxima convidada é Tábata Duarte, professora da rede municipal de ensino de Florianópolis/SC, que usa batom rosa e sorri. Em seguida, há Djenifer Cruz da Silva, estudante da EEB Adolpho Konder de Blumenau/SC, ela usa óculos e está sorrindo. A última convidada sorridente é Fabiana Schmitt Corrêa, professora de libras, na UFSC/Blumenau. O topo da página conta com 4 logos: da prefeitura de Florianópolis, da escola José Jacinto Cardoso, da UFSC e do NEPTA, em ordem. Na base da imagem, há um desenho de uma mão para cima e outra para baixo, é o símbolo da acessibilidade em libras e um link para as inscrições do evento: http://inscrições.ufsc.br/activities/6614

O Núcleo de Educação na Perspectiva das Tecnologias e Alteridade (Nepta) da UFSC, em parceria com a Escola Básica Municipal José Jacinto Cardoso, promovem neste sábado, 28 de agosto, uma roda de conversa sobre inclusão na infância intitulada “Falas de si”. O evento, que será realizado de forma on-line, é totalmente gratuito e aberto à comunidade em geral.

A professora da UFSC Blumenau Fabiana Schmitt Corrêa será uma das participantes da roda de conversa. Além dela, o evento também terá a participação de Augusto Selhorst (estudante da rede municipal de Indaial/SC), Tábata Duarte (professora da rede municipal de ensino de Florianópolis) e Djenifer Cruz da Silva (estudante da EEB Adolpho Konder, de Blumenau/SC).

>>> Para fazer sua inscrição, clique aqui.

A roda de conversa acontece das 14h às 15h30. O link de acesso para o evento será enviado para o e-mail informado no momento da inscrição.

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: inclusãoNEPTAroda de conversa
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