MEC e Inep divulgam resultados do Enade 2017 e indicadores de qualidade da educação superior

09/10/2018 16:11

Clique para ver a apresentação dos indicadores

Os resultados da edição de 2017 do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), o perfil dos participantes e dois dos indicadores de qualidade da educação superior que dele derivam – o Conceito Enade e o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD) –  foram apresentados pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em coletiva de imprensa nesta terça, 9, em Brasília (DF).

O Conceito Enade e o IDD são dois dos indicadores de qualidade da educação superior calculados anualmente pelo Inep, a partir da combinação do resultado do exame com outras bases de dados. Enquanto o Conceito Enade é um indicador calculado a partir dos desempenhos dos estudantes concluintes dos cursos de graduação, o IDD busca mensurar o valor agregado pelo curso ao desenvolvimento dos estudantes concluintes, considerando seus desempenhos no Enade e no Enem.

Em novembro, o Inep divulgará outros dois indicadores: o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC). Esses dois, também derivados dos resultados do Enade e de outros insumos, ditam a regulação exercida pelo MEC dos cursos e nas instituições de educação superior.

Além dos resultados do Conceito Enade e do IDD de cada curso avaliado, o Inep publicou em seu portal o resultado geral do Enade 2017 e o perfil do participante. Os resultados não podem ser comparados de um ano para o outro, pois avaliam o desempenho dos estudantes de áreas distintas. Tampouco é adequada a comparação dos resultados de um ciclo avaliativo para outro, uma vez que o instrumento de avaliação é diferente. Mas é possível observar a diferença de desempenho entre os graus acadêmicos nas questões de formação geral, que são iguais para todos os estudantes que fizeram o Enade 2017 e representam 25% da avaliação.

Além dos resultados nas provas, o Enade, por meio do Questionário do Estudante, permite traçar o perfil dos concluintes avaliados. A informação, combinada ao desempenho na prova, pode ajudar na definição de políticas públicas e também guiar melhorias das próprias instituições e cursos. A orientação do Inep é que as instituições se apropriem dos dados para melhorar seus projetos pedagógicos. É esta a principal contribuição de um exame como o Enade. Mais do que um olhar sobre a qualidade do sistema de educação superior, ele possibilita às instituições uma reflexão do desempenho de cada um dos cursos de graduação à luz de seus projetos pedagógicos.

O Inep está divulgando, de forma conjunta, os resultados do Enade, o perfil do participante, o Conceito Enade, o IDD, os microdados do Enade e os relatórios. Esse volume de evidências pode e deve ser apropriado pelos professores, coordenadores de cursos e pelos gestores de cada instituição de educação superior brasileira.

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Enade – Previsto na lei que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), de 2004, o Enade avalia o desempenho dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos que se propõem a ensinar e as habilidades e competências desenvolvidas pelo estudante durante sua formação. O exame é obrigatório, só podendo colar grau o concluinte que responder ao questionário do estudante e fizer a prova.

Os resultados do Enade são divulgados no Portal do Inep por meio dos relatórios síntese de área, dos relatórios de curso e de instituições de educação superior e dos microdados do Enade. Já o Boletim do Estudante é disponibilizado no Sistema Enade, com acesso restrito ao participante.

A cada ano o Enade se dedica a um ciclo avaliativo trienal. Em 2017, foram avaliados os estudantes das seguintes áreas:

- Bacharel nas áreas de arquitetura e urbanismo; engenharia ambiental; engenharia civil; engenharia de alimentos; engenharia de computação; engenharia de controle e automação; engenharia de produção; engenharia elétrica; engenharia florestal; engenharia mecânica; engenharia química; engenharia; e sistema de informação;

- Bacharel ou licenciatura em ciência da computação; ciências biológicas; ciências sociais; filosofia; física; geografia; história; letras - português; matemática; e química.

- Licenciatura em artes visuais; educação física; letras - português e espanhol; letras - português e inglês; letras - inglês; música; e pedagogia;

- Tecnólogo em análise e desenvolvimento de sistemas; gestão da produção industrial; redes de computadores; e gestão da tecnologia da informação.

Indicadores de qualidade da educação superior – Expressos em escala contínua e em cinco níveis, são importantes instrumentos de avaliação da educação superior brasileira. O Conceito Enade avalia os cursos de graduação a partir dos resultados obtidos pelos estudantes no exame. O Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) mede o valor agregado pelo curso ao desenvolvimento dos estudantes concluintes, considerando seus desempenhos no Enade e suas características de desenvolvimento ao ingressar no curso de graduação avaliado.

O Conceito Preliminar de Cursos (CPC) combina, em uma única medida, diferentes aspectos relativos aos cursos de graduação: desempenho dos estudantes, valor agregado pelo processo formativo oferecido pelo curso, corpo docente e condições oferecidas para o desenvolvimento do processo formativo. O Índice Geral de Cursos (IGC) é o resultado de avaliação das instituições de educação superior. Trata-se de uma média ponderada, a partir da distribuição dos estudantes nos níveis de ensino, que envolve as notas contínuas de CPC dos cursos de graduação e os conceitos Capes dos cursos de programas de pós-graduação stricto sensu das instituições de educação superior.

  • Confira a  apresentação com os resultados e indicadores do Enade 2017

(Fonte: Assessoria de Comunicação Social - Portal MEC)

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Conselho Universitário se manifesta contra congelamento de recursos para universidades federais

09/03/2018 17:34

(08/03/2018. Fonte: UFSC.br)

O Conselho Universitário da UFSC publicou documento onde se manifesta contra o congelamento dos recursos do PNAES (Plano Nacional de Assistência Estudantil), bem como a a decisão do Governo Federal (MEC) de reter os recursos de investimentos que, historicamente sempre estiveram alocados ao orçamento das universidades. O Conselho entende que esse ato fere o papel histórico da universidade pública no sentido da necessária inclusão social. Leia o documento na íntegra:

MOÇÃO CONTRA OS CORTES E CONTINGENCIAMENTO DO ORÇAMENTO DE 2018

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (UFSC), no uso de suas atribuições e considerando a deliberação ocorrida em sessão ordinária, realizada no dia 27 de fevereiro de 2018, aprova a seguinte moção:

O Brasil tem um coletivo de 63 universidades federais, às quais se vinculam bem mais de 300 campi, espalhados por todos os estados da federação. Este coletivo é, na verdade, um grande e importante patrimônio do povo brasileiro. Essas instituições, além do ensino de graduação, mestrado e doutorado, envolvendo para mais de um milhão e duzentos mil estudantes, são, também, responsáveis por uma grande rede de equipamentos públicos, como hospitais universitários, clínicas, laboratórios, museus, teatros, cinemas, agências de inovação, incubadoras de empresas, parques tecnológicos bem como escritórios de direitos humanos e assistência jurídica à população.

Educação, arte, cultura e cidadania são resultados diretos do trabalho das nossas instituições. Nas duas últimas décadas foram criadas novas universidades, e 100% daquelas já existentes assumiram compromissos com a sociedade e com o País ao abrir novos campi, com centenas de cursos de graduação para que pudéssemos responder ao processo de desenvolvimento e interiorização do Brasil. Portanto, não podemos aceitar a atual política do Governo Federal de descontinuidade do financiamento das nossas instituições, pois estão em jogo projetos de Estado e não de Governo.

As instituições públicas de educação superior, nas quais se incluem as universidades federais, são responsáveis por mais de 90% da produção científica nacional e 95% dos programas de pós-graduação, levando o Brasil a 13ª posição entre os países que mais produzem ciência no mundo. Portanto, ao contrário do que circula na grande mídia – que se ocupa em desqualificar as instituições públicas de ensino superior – as universidades federais não são os problemas, mas sim parte das soluções para os inúmeros e complexos problemas nacionais.

Na esteira das comprovações da relevância deste coletivo e da nova academia, bem como na contramão da mídia, que tenta confundir a sociedade quando afirma que a maioria dos estudantes das universidades federais provém das altas camadas sociais, temos o levantamento do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (FONAPRACE) da ANDIFES, segundo o qual 2/3 (dois terços) dos estudantes das universidades federais têm renda familiar menor ou igual a 1,5 salário mínimo. Portanto, em números absolutos, estamos falando de 800 mil estudantes nessas condições.

Diante desse cenário, e considerando os compromissos assumidos pelas instituições federais de educação superior com a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como em garantir a assistência e permanência dos nossos estudantes, o Conselho Universitário da UFSC vem a público se manifestar CONTRA o congelamento dos recursos do PNAES (Plano Nacional de Assistência Estudantil), bem como CONTRA a decisão do Governo Federal (MEC) de reter os recursos de investimentos, que historicamente sempre estiveram alocados ao orçamento das universidades. O Conselho Universitário entende que esse ato fere o papel histórico da universidade pública no sentido da necessária inclusão social.

Sala das Sessões, 27 de fevereiro de 2017.

UBALDO CESAR BALTHAZAR

Presidente

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UFSC disponibiliza 3.001 vagas de transferências e retornos para primeiro semestre de 2018

16/10/2017 11:40

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) iniciou o processo de admissão por transferências e retornos e recebe os requerimentos dos interessados em uma das 3.001 vagas disponíveis até 27 de outubro.

As vagas estão distribuídas por 83 cursos (presenciais e EaD) e formas de ingresso – transferência interna(Inciso I: mudança de turno, de habilitação do mesmo curso e troca de curso, troca de pólo/EaD ou modalidade/EaD/Presencial – Presencial/EaD, retorno de aluno abandono da UFSC); transferência externa(Inciso II: de outras instituições); e retorno de graduado (Inciso III: graduados na UFSC ou em outras instituições).

As orientações para os procedimentos, com critérios e datas específicas para cada curso, estão no editalpublicado pelo Departamento de Administração Escolar (DAE), divulgado no dia 13 de outubro.

Mais informações no site do DAE.

(Fonte: Agecom/UFSC)

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Vestibular UFSC 2018: inscrições pela internet até 4 de outubro

21/09/2017 18:43

As inscrições para o Vestibular 2018 da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) iniciam-se nesta terça-feira, 5 de setembro, e seguem até o dia 4 de outubro, somente via internet. O Edital, com todas as informações, está disponível no site vestibular2018.ufsc.br. Os candidatos devem atentar para as alterações no concurso, as datas e a oferta de vagas e cursos nos cinco campi da instituição (Florianópolis, Araranguá, Curitibanos, Blumenau e Joinville).

O Vestibular será realizado nos dias 9, 10 e 11 de dezembro de 2017. As inscrições custam R$ 125. O prazo para requerer isenção da taxa de inscrição é de 5 a 25 de setembro.

Das 4.551 vagas oferecidas, 50% são destinadas a cotas e 22% a candidatos com deficiência – cálculo estipulado de acordo com o número de pessoas com deficiência em Santa Catarina pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as novidades estão a reserva de vagas para candidatos com deficiência, a substituição das provas de História e Geografia pela de Ciências Humanas e Sociais e alterações relativas aos pesos das disciplinas e às notas mínimas para aprovação.

“Tudo o que se refere ao Vestibular 2018, inclusive os processos seletivos específicos para vagas suplementares, ficarão disponíveis na página. Serve até para relembrar as datas e ficar de olho se a inscrição foi feita corretamente. Muitas vezes o aluno preenche um campo errado ou não efetiva o pagamento e só vai ver depois que as datas se encerraram e aí perde o direito de fazer o vestibular”, destaca a professora Maria Luiza Ferraro, presidente da Comissão Permanente do Vestibular (Coperve).

Confira:

Edital completo

Quadro Geral de Cursos e Vagas

Tabela de pesos e pontos de corte

Distribuição das vagas por semestre de ingresso

Realidade Aumentada

O cartaz do Vestibular 2018 vem com uma inovação: o acesso a recursos de realidade aumentada. Para visualizar, basta ter, em seu smartphone o app Zappar, disponível para download para Android e iPhone.

O aplicativo permite assistir a depoimentos de estudantes da UFSC e direciona para inscrição, página e telefones da Coperve.

Alterações

As provas de História e Geografia serão substituídas pela prova de Ciências Humanas e Sociais com 20 questões, que abordarão as seguintes disciplinas: História (sete questões), Geografia (sete questões), Filosofia (duas questões), Sociologia (duas questões) e mais duas questões interdisciplinares envolvendo duas ou mais dessas áreas. As disciplinas de Filosofia e Sociologia são atualmente obrigatórias no Ensino Médio (conforme Lei nᵒ 11684, de 2/6/2008, e mantidas pela recente reforma do Ensino Médio, Lei nº 13.415, de 16/2/2017), bem como fazem parte da prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As demais provas, bem como a redação e as questões discursivas, permanecem inalteradas.

Pesos e notas mínimas

As alterações relativas aos pesos das disciplinas e às notas mínimas para aprovação (pontos de corte) afetam 57 cursos – 44 se mantiveram nos moldes antigos . As mudanças têm como objetivo valorizar as habilidades do candidato nas disciplinas que fornecem a base de conhecimento para o curso e estabelecer um nível razoável de conhecimento em cada área, considerando o necessário para que o aluno seja capaz de acompanhar as disciplinas que compõem a grade curricular do curso.

Medicina em Araranguá

O curso de Medicina de Araranguá ainda não entrou no edital deste ano, pois precisa de aprovação do Ministério da Educação e entrar em consenso com o programa Mais Médicos (confira nota abaixo). A expectativa é que seja aprovado nos próximos dois ou três meses, abrindo 60 vagas para o segundo semestre de 2018. Os moradores das microrregiões administrativas do Sul que concluíram os três anos de ensino médio nas escolas da região terão direito a 20% de acréscimo na nota do vestibular a título de bônus regional.

Mais informações em vestibular2018.ufsc.br.

(Fonte: Agecom/UFSC)

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UFSC é a sexta melhor universidade do país no ranking 2017 da Folha de S. Paulo

20/09/2017 19:10

O jornal Folha de S. Paulo divulgou a edição 2017 do Ranking Universitário Folha (RUF), que avaliou 195 instituições do país. A avaliação foi composta de cinco indicadores – Ensino, Pesquisa, Mercado, Inovação e Internacionalização – que, no total somam 100 pontos. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que no ano anterior aparece em 8º lugar, neste ano sobe dois pontos e desponta como a 6ª melhor universidade do país.

Para a reitora em exercício, Alacoque Lorenzini Erdmann, “o resultado de mais esta avaliação para a UFSC reforça que a instituição vai superar este momento grave e delicado, pela sua pujança e por sua trajetória nestes 57 anos. Os fatos serão devidamente apurados. A posição que alcançamos revela a força da UFSC e o reconhecimento de sua qualidade e responsabilidade com uma gestão responsável e exemplar, sobretudo sob o comando do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo”.

Entre as federais do Brasil, a UFSC é a 4ª colocada, e a 2ª melhor universidade da Região Sul, atrás apenas das federais do Rio Grande Sul (5º), de Minas Gerais (4º) e do Rio de Janeiro (1º). Na colocação geral, no quesito Ensino, a UFSC ficou na 6ª posição; em Pesquisa e Inovação, na 8ª, em Mercado e Internacionalização, nas 22ª e 11ª, respectivamente. A avaliação anual das universidades do país é realizada com base em dados nacionais e internacionais e em duas pesquisas de opinião do Datafolha nos cinco aspectos.

UFSC recebeu as seguintes pontuações:  

Pesquisa: 39.25 (de 42%) – 8ª colocação geral ;

Ensino: 30.59 (de 32%) – 6ª colocação geral;

Inovação: 3.79 (de 4%) – 8ª colocação geral;

Internacionalização: 3.55 (de 4%) – 11ª colocação geral;

Mercado:  (inserção no mercado de trabalho) 15.98 (de 18%)  – 22ª colocação geral;

Nota final:  93.16  – 6ª colocação geral.

A UFSC teve 36 cursos de graduação avaliados:

Cursos avaliados:

Engenharia de Produção, Mecânica, Elétrica e Ambiental obtiveram as melhores colocações na UFSC, em 3º, 4º e 5º lugares entre os cursos do tipo no país. Ao todo, 24 cursos da UFSC ficaram entre os dez melhores do país: Administração de empresas (9º); Agronomia (9º); Arquitetura e Urbanismo (7º); Ciências Contábeis (8º); Computação (7º); Comunicação (9º); Design e Artes Visuais (6º); Educação Física (10º); Enfermagem (6º); Engenharia Ambiental (5º); Engenharia Civil (9º); Engenharia de controle e automação (5º); Engenharia de Produção (3º); Engenharia Elétrica (5º); Engenharia Mecânica (4º); Engenharia Química (9º); Farmácia (9º); Filosofia (9º); Física (10º); Letras (9º); Matemática (9º); Odontologia (9º); Psicologia (8º) e Química (9º).

As dez melhores universidades, por ordem de classificação, são: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

(FONTE: Agecom/UFSC)

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