Pró-Reitoria de Extensão lança o edital do Probolsas para 2020

10/10/2019 09:16

A Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Universidade Federal de Santa Catarina lançou o edital do Programa de Bolsas de Extensão – Probolsas para o ano de 2020. O período para inscrições vai de 21 a 25 de outubro.

O objetivo é estimular a participação dos estudantes de graduação nos projetos de extensão desenvolvidos pela UFSC por meio de auxílio financeiro na forma de bolsas. São consideradas atividades de extensão as intervenções que envolvam diretamente as comunidades externas à UFSC e que estejam vinculadas à formação estudantil.

Mais informações no edital.

(Agência de Comunicação da UFSC - Agecom)

Tags: bolsaExtensãoproex

Plataforma Khan Academy é tema de curso para professores de Matemática da rede pública estadual

04/10/2019 13:59

O professor da UFSC Blumenau Jorge Cássio Costa Nóbriga ministrou, durante os meses de agosto e setembro, o curso gratuito de formação continuada “Exploração da plataforma Khan Academy para o processo de aprendizagem e ensino da Matemática”. A capacitação foi voltada para professores da rede pública estadual da 15ª Gerência Regional de Educação. Ao todo, 24 docentes participaram do curso, que teve uma parte presencial e outra a distância.

A Khan Academy é uma plataforma gratuita de ensino voltada para estudantes de todas as idades. A maior parte do conteúdo é destinada ao ensino da Matemática, mas o site também contempla outras áreas, como Física, Química e Computação. Uma das grandes contribuições da plataforma é a possibilidade de identificação de dificuldades no processo de ensino e aprendizagem. O site conta ainda com parcerias com instituições como a NASA, o Museu de Arte Moderna, a Academia de Ciências da Califórnia e o MIT para oferecer conteúdo especializado.

O professor Jorge explica que a Khan Academy utiliza diversos recursos, como videoaulas, exercícios, artigos e elementos de gamificação. “É uma plataforma adaptativa, que permite ao professor recomendar diversos conteúdos e exercícios para os alunos e obter um relatório personalizado do desenvolvimento dos estudantes. Assim é possível recomendar atividades individuais, de acordo com as dificuldades ou potencialidades verificadas em cada aluno”, conta.

A realização do curso faz parte dos projetos de pesquisa e extensão do professor e integrará um livro que ele está escrevendo sobre as contribuições e os limites do uso da plataforma para o ensino da Matemática. “Além dos benefícios que a Khan Academy traz, também vou falar das limitações que ela apresenta e vou sugerir melhorias, como por exemplo, uma ferramenta de comunicação direta entre o aluno e o professor dentro da plataforma e a inclusão de conteúdo próprio”, completa.

Tecnologia a favor do ensino

O professor Ramirez Rodrigo de Souza, um dos participantes do curso, leciona Matemática do 6º ao 9º ano na EEB Christoph Augenstein, ao 6º ano na EEB Professor João Widemann e é assessor pedagógico na Escola Saberativo. Ele já tinha utilizado a plataforma antes, mas somente como aluno. “No curso aprendi a usar o perfil de professor. Agora eu já estou usando a plataforma com todas as turmas que leciono. Ela está possibilitando uma nova proposta metodológica, que está acrescentando muito à minha prática docente, pois proporciona um ambiente virtual de aprendizagem em um conceito de ‘sala invertida’”, comenta.

Ramirez enfatiza que, na Khan Academy, a tecnologia é utilizada de forma pedagógica. “Isso atrai muito a atenção e aumenta o envolvimento dos alunos. Já está sendo possível, em tempo real, acompanhar a distância o processo de aprendizagem dos alunos, beneficiando os processos de ensino e avaliação”, conta.

De acordo com o professor, a aceitação do uso da plataforma foi muito boa, tanto por parte da gestão das escolas, quanto por parte dos alunos. “Os gestores afirmaram que só tem a acrescentar à proposta pedagógica deles. Não houve resistência de nenhum dos envolvidos direta ou indiretamente. Ao contrário, houve entusiasmo por parte dos alunos em se familiarizar e usar a plataforma no cotidiano escolar e expectativa por parte da gestão em ver os resultados”, completa.

Outra participante do curso foi a professora Angela Maria Ribeiro Mariotto. Ela ministra aulas para o Ensino Médio e para o 9º ano do ensino Fundamental na EEB Hercílio Deeke. Angela já conhecia a plataforma, mas não a versão em Português. “Gostei bastante do curso. Acredito que será muito útil, principalmente para os alunos com defasagem e dificuldades nos conteúdos já trabalhados em séries anteriores”, avalia.

Angela conta ainda que ela e outros professores da escola que fizeram o curso pretendem capacitar os demais docentes, principalmente das séries iniciais. “Os professores de Ciências e de Física também poderão utilizar a ferramenta. Pretendemos montar uma apostila para facilitar o seu uso. Espero que dê certo”, planeja.

Parceria que deu certo

A realização do curso foi uma parceria entre a UFSC Blumenau e o Núcleo de Tecnologias Educacionais da Coordenadoria Regional de Educação de Blumenau (NTE/CRE), iniciada em 2017, com o curso referente à plataforma GeoGebra. “Essa parceria contribuiu de maneira efetiva e significativa para a formação docente, pois traz subsídios teórico-práticos e oportuniza a exploração das potencialidades dos recursos tecnológicos no processo de ensino e aprendizagem”, avalia a multiplicadora do NTE, Lisandra Inês Herpich.

Segundo Lisandra, outras capacitações para professores da rede pública estadual estão previstas em parceria com a UFSC. “A previsão é ofertar uma segunda edição do curso da plataforma GeoGebra, atendendo à solicitação dos professores de Matemática que participaram dessa última formação. A Coordenadoria Regional de Educação está aberta para novas parcerias com as licenciaturas da UFSC, com foco na formação dos profissionais nas diferentes áreas do conhecimento”, finaliza.

(Daiana Martini / Comitê de Comunicação UFSC Blumenau)

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UFSC Blumenau participa de ação na comunidade neste sábado

03/10/2019 10:26

O Campus Blumenau da UFSC participará neste sábado, dia 5 de outubro, do evento “Vamos falar de saúde?”, promovido pelo ESF Afonso Rabe, no bairro Ponta Aguda. As atividades serão todas gratuitas, abertas à comunidade, e serão realizadas das 9h às 17h. A UFSC Blumenau participará por meio da Biblioteca Setorial (BSBLU) e do Núcleo Pedagógico (Nupe).

A BSBLU participará com a ArteTerapia, atividade lançada na Semana Nacional do Livro e da Biblioteca do ano passado e que até hoje é bastante procurada. Serão disponibilizadas imagens para colorir, atividade que pode auxiliar a lidar com o estresse e a ansiedade do dia a dia.

Já o Nupe participa com duas ações. Uma delas é o “Respiração, Yoga e Meditação”, que tem como objetivo fazer com que os participantes desenvolvam suas atividades com maior tranquilidade, concentração, atenção, disposição física e emocional, de modo a alcançar melhores resultados acadêmicos, sociais e pessoais. A atividade será realizada às 14h. Além disso, o Nupe também participa com uma exposição fotográfica da psicóloga Maria Cláudia Gazola.

Além das atividades da UFSC, também estarão disponíveis vários serviços, como verificação de peso, altura, pressão arterial e glicemia, coleta para o exame preventivo do câncer do colo do útero, orientação nutricional e limpeza de pele, além de palestras, corte de cabelo, atividades para crianças e brechó com peças a partir de R$1.

O ESF Afonso Rabe fica na Rua Uruguaiana, 411, bairro Ponta Aguda.

(Daiana Martini / Comitê de Comunicação UFSC Blumenau)

Tags: bibliotecaExtensãoNUPE

Estudantes e servidores da UFSC Blumenau participam do Feirão de Empregos para Pessoas com Deficiência

24/09/2019 18:08

A UFSC Blumenau esteve presente no Feirão de Empregos para Pessoas com Deficiência e Reabilitados Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), realizado no dia 21/09, no Complexo Esportivo do Sesi, em Blumenau. A iniciativa inseriu-se na programação da Semana Inclusiva de Blumenau e Região, promovida pela  Rede de Inclusão, Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Comped), Ministério Público do Trabalho (MPT), Secretaria de Inspeção do Trabalho e Ministério da Economia. O evento contou com cerca de cem estandes, com ofertas de inserção no mercado de trabalho, oportunidades de cursos técnicos e superiores, atividades lúdicas e artístico-culturais, bem como oportunidades de acesso a informações sobre outros setores ou instituições sociais.

A UFSC Blumenau contou com um estande e aproximadamente vinte voluntários, entre discentes e servidores, os quais colaboraram tanto na organização do evento, quanto na divulgação da Universidade para os participantes. Foram feitas apresentações de trabalhos de conclusão de curso (TCCs), projetos de extensão e pesquisa de caráter inclusivo - apresentados pessoalmente e em vídeo com tradução em LIBRAS - materiais pedagógicos elaborados para pessoas com deficiência visual e projetos desenvolvidos pelos cursos de Engenharia de Materiais, Engenharia Têxtil, Licenciatura em Química e Licenciatura em Matemática do Campus.

Os voluntários da UFSC também auxiliaram nas intervenções artísticas do evento, como shows musicais, declamação de poesias e espetáculos de dança, apresentados por artistas locais. Para as performances musicais, um grupo de estudantes da universidade, com auxílio de intérpretes da UFSC de Blumenau e do IFSC de Gaspar, fez a tradução em LIBRAS de algumas canções. Também estiveram presentes dezesseis artistas que integram o Coletivo Laboral Multicultural de Experimentações e Intervenções Artísticas (COLMEIA), em mais uma parceria com a UFSC Blumenau na Rota de Arte Acessível.

Extensão - A participação dos estudantes da UFSC e do COLMEIA nesta edição do Feirão foi viabilizada por meio de uma ação do projeto de extensão Direitos Humanos e Diversidade: Arte, Ciência e Tecnologias em Movimento para uma Educação Alterizante, coordenado pela professora Renata Orlandi e desenvolvido no Campus Blumenau desde maio de 2019. Este projeto busca criar e fortalecer contatos da Universidade com a comunidade local através da problematização dos direitos humanos através da arte, da cultura e da democratização do saber, no momento dos 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos, celebrados em 2018.

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Os depoimentos de quem participou

“Estou muito agraciado pela minha participação neste evento. Estive compondo a mesa da UFSC e apresentando alguns de nossos projetos para a comunidade. Em especial, me dediquei a expor o kit montado pelo Laboratório de Ciência, Tecnologia e Inovação, que poderia ser adquirido gratuitamente por professores para levarem a suas escolas. Tal kit dava a possibilidade de o aluno aprender sobre energias renováveis de maneira interativa e diferenciada. O evento seguiu com várias apresentações culturais, que elevaram a experiência da coletividade ao máximo”.

- João Guilherme Voss, licenciando em Matemática.

“A participação dos acadêmicos da UFSC Blumenau no Feirão de Empregabilidade foi de fundamental importância para a divulgação da UFSC à população de Blumenau e região. Tivemos a possibilidade de apresentar nossos projetos e pesquisas à comunidade externa e também falar sobre a importância social da universidade. Como muitos dos trabalhos que fazemos, especialmente nos cursos de licenciatura, são voltados a pessoas com deficiência, tivemos a oportunidade de apresentá-los ao "público-alvo". Como estudante concluinte do curso de Licenciatura em Química, fiquei muito feliz por ter tido essa experiência. Muitas pessoas vinham com olhares curiosos e poder mostrar tudo o que nos dedicamos a fazer é muito gratificante”.
- Sthefany Caroline Luebke, licenciada em Química.

“Vim acompanhar minha mulher que tá procurando trabalho. Eu já trabalho na mesma empresa faz mais de 10 anos. É muito bacana essas coisas que vocês fazem. Na minha época, na nossa época, né? Não tinha essas coisas. Tu põe [a luz artificial que simula energia solar] e o carrinho anda. Eu só conhecia o carrinho que tem de empurrar com a mão. Tem até o cataventinho que roda sem vento, e o grilinho que mexe ali. Muito bacana”.
- Mário, participante.

“Dessa forma, tivemos duas oportunidades centrais neste dia: o primeiro foi conversar com os participantes e mostrá-los que a UFSC está muito mais próxima e aberta a eles do que imaginam. A segunda foi poder tornar o ambiente ainda mais acolhedor e também culturalmente rico por meio das apresentações artísticas realizadas por nossos colegas do COLMEIA. A experiência, pessoalmente falando, de levar nossas produções para fora dos muros da Universidade e dialogar com a população que dificilmente encontramos em nosso cotidiano é única”.
- Vantuir Dionisio Junior, licenciando em Química.

"A inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva no acesso às artes é imprescindível. Nós, tradutores e intérpretes de Libras e Português, percebemos que esse espaço ainda é pouco acessado pela comunidade Surda, mas estamos vendo uma crescimento de profissionais atuando nessa área. Sabemos que a tradução/interpretação de peças teatrais, musicais, shows, poesias, e etc. seja em língua de sinais ou português, é árdua e bem difícil. Mas estamos nos esforçando e estudando muito para fazermos um bom trabalho, mostrando à comunidade Surda a arte e suas façanhas”.
-Everton Luis Anselmini, tradutor e intérprete de LIBRAS (IFSC de Gaspar).

“A criação de uma cidade inclusiva extrapola as obrigações legais do poder público, porque é um fator humanizador. É o acolhimento às demandas da pessoa com deficiência (PCD) para sua participação cidadã no processo de construção da sociedade. Para além de um feirão de emprego, é importante se desconstruir preconceitos acerca das capacidades individuais de uma PCD, e garantir sua inclusão no mercado de trabalho com possibilidades de crescimento real em sua área de atuação, com plano de carreira e a gratificação justa e condizente com sua qualificação. Uma luta que para o trabalhador com deficiência enfrenta o peso do preconceito e menosprezo. Como artista visual e integrante do coletivo COLMEIA, pude sentir essas e outras demandas que estão presentes no dia a dia da PCD, e me senti feliz com o trabalho que estamos desenvolvendo na garantia do direito constitucional de acesso à cultura. Ainda temos muito trabalho pela frente, mas posso falar por mim e pelas abelhas do nosso coletivo, que as ações individuais podem fazer toda a diferença quando nos unimos por uma causa justa e tão importante como esta. A acessibilidade passou a fazer parte agora do processo de criação das minhas artes, e por entender a arte como parte vital da minha vida, me alegra estar quebrando "barreiras" e levando arte para todos, de verdade. Viva o GT Acessibilidade!”
- Tatiane Hardt, artista.

“O evento proporcionou um contato dos estudantes da UFSC com parte da sociedade blumenauense e região. Desse modo, os estudantes do evento conversaram, apresentaram seus trabalhos e trocaram ideias com PCDs, a fim de melhorar a acessibilidade dos trabalhos realizados e também apresentar os direitos e oportunidades da participação das PCDs nas universidades, principalmente, como estudantes, especificamente na UFSC campus Blumenau. O evento contou com apresentações culturais, exposições de trabalhos realizados por PCDs, além da oportunidade de os participantes saírem com uma vaga de emprego na cidade de Blumenau.”
- Guilherme Guimarães, licenciando em Matemática

Fotos do evento

 

(Texto: Vantuir Dionísio Júnior/bolsista)

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Minuta de Curricularização da Extensão está em consulta pública

12/09/2019 10:26

A Minuta de Resolução Normativa que estabelece normas para a inserção da extensão nos curso de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está em consulta pública da comunidade universitária. A proposta de Resolução foi elaborada pela Comissão Mista de Curricularização (CMC) e será encaminhada ao Conselho Universitário (CUn) em breve. A consulta está disponível por 30 dias e propostas podem ser encaminhadas ao e-mail da CMC: .

Tags: consulta públicacurrículoExtensão

UFSC Blumenau realiza doação de almofadas à Rede Feminina de Combate ao Câncer

15/08/2019 16:09

Moldes das almofadas são disponibilizados online para incentivar sua produção - clique aqui

Aproveitar resíduos têxteis para criar novos produtos já é um trabalho bem interessante, né? Evita o descarte desses materiais no meio ambiente e contribui para a sustentabilidade do planeta. Imagina então se esse novo produto for algo para levar um pouco de conforto a pacientes com câncer de mama em tratamento?

Essa foi a ideia da estudante Adriana Eidt, bolsista voluntária do projeto de extensão “O lixo que vira luxo: utilização de retraços têxteis para elaboração de novos produtos”, coordenado pela professora Grazyella Cristina Oliveira de Aguiar. Juntas, elas confeccionaram 25 almofadas em formato de coração que foram doadas à Rede Feminina de Combate ao Câncer de Blumenau na última quarta-feira, 14 de agosto.

Adriana conta que a ação foi inspirada na campanha “Doe um coração e ajude mulheres com câncer de mama”, criada pela designer Carol Viana. No site eduK, plataforma de cursos on-line, ela ensina como confeccionar almofadas em formato de coração para ajudar mulheres que se recuperam da mastectomia, que é a cirurgia de retirada da mama. “Achei super bacana, pois minha mãe tem câncer há 25 anos e sempre fico atenta nos projetos que surgem sobre a temática”, conta a estudante.

As peças foram confeccionadas no Laboratório de Desenvolvimento de Produtos Têxteis (LDPT) da UFSC Blumenau, utilizando resíduos têxteis doados por empresas da região. “O objetivo da almofada é dar um pouco de conforto e carinho para as pacientes que estão passando pelo tratamento”, explica a professora Grazyella. A almofada é uma importante aliada das pacientes no período pós-operatório, principalmente para dormir, facilitando o posicionamento do braço da maneira correta, o que minimiza as dores musculares.

A RFCC de Blumenau contabiliza mais de 260 mil atendimentos e 87 mil pacientes cadastradas

Adriana foi aluna do curso de Engenharia Têxtil do Campus Blumenau em 2018. Atualmente está concluindo o curso de Antropologia, no Campus Florianópolis da UFSC. “Já estou no TCC, e posteriormente pretendo voltar para a Engenharia Têxtil. Pra mim foi uma grande satisfação, pois sei como é importante para essas mulheres terem algum apoio na doença, o mínimo que seja. Mais pra frente queremos fazer mais corações, movimentar outros estudantes voluntários e escrever bilhetinhos para entregar às pacientes junto com o coração”, revela a estudante.

Saiba mais

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o tipo da doença mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo. Ele é causado pela multiplicação desordenada de células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor.

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com taxas de sucesso satisfatórias. Caso a doença seja diagnosticada na fase inicial, a chance de cura é superior a 90%, por isso a necessidade frequente de fazer o autoexame e realizar a mamografia. A recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) é que as mulheres façam o exame a partir dos 40 anos de idade. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a faixa dos 50 aos 69 anos é definida como público prioritário para a realização da mamografia, segundo normas da Organização Mundial da Saúde (OMS), seguidas pelo Ministério da Saúde.

(Daiana Martini/Comitê de Comunicação UFSC Blumenau, com informações Grazyella Aguiar e Inca)

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Curso Prático de Astronomia e Astrofísica com inscrições abertas para a comunidade

14/08/2019 11:42

(Imagem: NASA)

Estão abertas, até 24/8, as inscrições para o Curso Prático de Astronomia e Astrofísica, oferecido pelo Grupo de Astronomia e Laboratório de Investigações Ligadas ao Estudo do Universo (Galileu), coordenado Prof. Eslley Scatena Gonçales da UFSC Blumenau. A iniciativa é gratuita e aberta a comunidade, sendo pré-requisito possuir o ensino médio completo ou em andamento.

O curso abrange os tópicos de Astronomia de Posição, Sistema Sol-Terra-Lua, Sistema Solar, Evolução Estelar, Cosmologia e Telescópios. São 40 vagas ao total, com encontros sempre às terças-feiras, das 19h às 21h, na sala A102, Bloco A, Sede Acadêmica do Campus Blumenau da UFSC. As aulas iniciam no dia 3 de setembro e se estendem até 29 de outubro.

Serão utilizados roteiros de atividades em grupo e simulações computacionais que poderão ser acessadas por smartphones. Também serão realizadas demonstrações de fenômenos físicos/astronômicos, além de uma aula de observação prática do céu, se possível. As atividades são recomendadas aos professores e estudantes que desejam participar da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica.

Informações e inscrições no site: http://galileu.blumenau.ufsc.br/curso-pratico-de-astronomia-e-astrofisica/ 

(Camila Collato/Comitê de Comunicação UFSC Blumenau)

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