Prorrogado o prazo da consulta pública sobre novo regulamento dos cursos de graduação da UFSC

25/08/2023 09:01

Foi prorrogado até o dia 30 de setembro, o prazo para participar da consulta pública sobre novo regulamento dos cursos de graduação da UFSC. Toda a comunidade acadêmica é convidada a participar, em especial os docentes e estudantes, já que as regras definidas no documento impactam diretamente no cotidiano acadêmico.

O regulamento traz informações importantes sobre as rotinas acadêmicas, como por exemplo, as regras para trancamento de curso e revisão de nota, o prazo para os professores apresentarem as notas das avaliações e as atribuições dos Colegiados de Curso e Núcleos Docentes Estruturantes (NDEs). Além disso, trata do aproveitamento de estudos, que pode ser feito por meio de validação de disciplina já cursada com aprovação ou por aproveitamento extraordinário.

O novo documento irá substituir a Resolução 017/CUn/97, que orienta a organização e o funcionamento dos cursos de graduação da UFSC há mais de 25 anos. Entre as principais mudanças, está prevista a inclusão de ingresso por excelência, destinado a concluintes do ensino médio premiados em olimpíadas de conhecimento. Além disso, o novo regulamento também prevê notificações de desempenho acadêmico, que serão enviadas pelo NDE do curso aos alunos que apresentarem repetidas reprovações.

O trabalho de revisão e atualização do regulamento iniciou em 2018 e contou com um longo período de consultas e debates com diversos grupos de trabalho sobre a gestão acadêmica e pedagógica dos cursos da UFSC. Além disso, também foram consultados conteúdos das normativas de ensino e dos cursos de graduação de diversas instituições federais e estaduais brasileiras.

Para acessar a versão em consulta na Câmara de Graduação, clique aqui. A Prograd também abriu um formulário eletrônico para receber sugestões sobre o novo documento. Para enviar suas sugestões, clique aqui.

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

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Inscrições abertas para uma bolsa de monitoria

23/08/2023 14:14

O Centro Tecnológico de Ciências Exatas e Educação UFSC  está com inscrições abertas para seleção de um monitor para a disciplina CAC6013 -  Estatística. As inscrições podem ser feitas até o próximo domingo, dia 27 de agosto.

Para se candidatar, é necessário já ter cursado a disciplina ou ter cursado disciplina equivalente e ter obtido nota igual ou superior a 7,0 e não ter nenhuma reprovação por FI nos dois semestres anteriores. Além disso, o candidato deverá ter 12h semanais disponíveis para atuar como monitor da disciplina, compatíveis com suas atividades acadêmicas. O valor da bolsa mensal é de R$ 472,80 mais um auxílio-transporte de R$ 132, totalizando R$ 604,80.

>>> Para se inscrever, clique aqui.

A seleção será feita por meio de entrevista e análise curricular. O resultado será divulgado no dia 30 de agosto, no site do Departamento de Engenharia de Controle, Automação e Computação (CAC). Para mais informações, acesse o edital.

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

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Aberta a submissão de trabalhos para o 6º Seminário de Iniciação Científica

21/08/2023 13:08

Está aberta, até o dia 2 de outubro, a submissão de trabalhos para o 6º Seminário de Iniciação Científica do Campus Blumenau da UFSC (6º SIC-Blumenau). O evento será realizado nos dias 24 e 25 de outubro, de forma presencial, no Auditório Professor Fernando Ribeiro Oliveira.

O SIC-Blumenau tem como objetivo intensificar a divulgação dos trabalhos de pesquisa realizados pelos estudantes de iniciação científica e tecnológica do Campus Blumenau. Todos os alunos envolvidos em projetos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) ou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), como bolsistas ou como voluntários, podem inscrever seus trabalhos. A ideia é promover o debate e o intercâmbio de informações entre a comunidade acadêmica.

A apresentação dos trabalhos de pesquisa será feita de forma oral, cada uma com 10 minutos de duração. A divulgação do cronograma das apresentações está prevista para ocorrer até o dia 10 de outubro.

Haverá duas categorias de certificados: uma para os apresentadores de trabalho e outra para quem assistir às apresentações. No caso dos ouvintes, não é necessário realizar inscrição prévia, basta comparecer ao evento e registrar sua presença.

>>> Para inscrever seu trabalho de pesquisa, clique aqui.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a Comissão Organizadora pelo e-mail

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: eventoinscrições abertasPesquisapibicpibitiSICSIC-Blumenausubmissão de trabalhos

Servidora da UFSC Blumenau coleta amostras em escavações no antigo DOI-Codi em São Paulo

18/08/2023 13:42

Foto: arquivo pessoal

Na semana passada, de 7 a 12 de agosto, a servidora Maryah Elisa Morastoni Haertel, técnica de laboratório de Física da UFSC Blumenau, esteve em São Paulo para participar das escavações do prédio onde funcionava o Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi). O trabalho faz parte de uma pesquisa que envolve profissionais de diversas universidades brasileiras. Apesar de não ser o único (haviam DOI-Codi em quase todos os estados durante o período da ditadura militar), o de São Paulo foi o primeiro e um dos mais ativos centros de tortura, interrogatório, assassinato e desaparecimento do país.

A pesquisa Arqueologias do DOI-Codi do II Exército de São Paulo: leituras plurais da repressão e da resistência tem como objetivo implementar uma pesquisa arqueológica (histórica e forense) sobre as antigas instalações da unidade. A partir dela, será possível produzir conhecimento e entendimento dos mecanismos adotados pelo órgão e suas conexões com outros espaços de tortura, tanto no Brasil como na América Latina, para que a sociedade possa compreender o papel do DOI-Codi durante a ditadura militar e o impacto das ações operadas no local sobre as vítimas e seus familiares.

Foto: Rubens Cavallari/Folhapress

O trabalho dos pesquisadores envolve diferentes frentes. Uma delas é a pesquisa de documentos e entrevistas com pessoas que vivenciaram experiências nesse ambiente durante o período estudado, inclusive vizinhos, já que o prédio fica em uma área residencial na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. Também estão sendo empregadas metodologias advindas do campo da Arqueologia Forense para detecção de evidências para identificação de vestígios de tortura. Posteriormente, serão realizadas as etapas de genética forense (no caso de localização de evidência de sangue), arqueologia da arquitetura para compreensão dos espaços utilizados e escavação do subsolo do conjunto arquitetônico para busca de evidências das ações desenvolvidas nesses ambientes.

Possíveis vestígios

Maryah faz parte do núcleo de Arqueologia Forense, coordenado pela professora Claudia Plens, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Embora eu não seja arqueóloga, fui convidada para participar pela minha experiência com as tecnologias utilizadas para rastreamento de vestígios biológicos. Ou seja, eu utilizei diferentes técnicas em alguns locais do prédio para tentar rastrear vestígios de cunho biológico (saliva, sangue, urina, entre outros) que podem ter sido produzidos em centros de tortura e podem ainda ter ficado no prédio”, explica. A principal atuação de Maryah foi no segundo andar do prédio, em salas que mostraram pouca modificação em relação ao piso original, e que foi possível chegar a ele retirando camadas do piso atual.

Foto: arquivo pessoal

A pesquisadora conta que foi até São Paulo realizar esse trabalho sabendo que haveria uma mínima probabilidade de encontrar alguma coisa. “A verdade é que o prédio foi modificado e utilizado por outro instituto após seu período como DOI-Codi, além de ter ficado um tempo abandonado após seu tombamento histórico. Porém, eu acredito que é um trabalho que necessitava ser realizado: se você fosse parente de alguém preso, ou algum dos presos, você não gostaria que uma pesquisa séria fosse ao local ajudar a materializar todos os relatos das barbáries ocorridas naquele lugar? Estima-se que mais de sete mil presos passaram pelo local. É em respeito à memória de cada um que passou (e sofreu) por lá”, relata.

Porém, durante a coleta de amostras, alguns pontos deram positivo. “Neste momento da pesquisa ainda não é possível afirmar que foram encontrados vestígios biológicos. Foram utilizadas luzes forenses e aplicação de luminol, porém um positivo apenas significa ser um local/material de interesse e que merece mais investigação. Esse procedimento foi exatamente o que foi realizado: colhemos amostras que passarão por uma análise laboratorial”, explica Maryah. O luminol reage com substâncias metálicas, orgânicas ou não. No caso do sangue, o ferro das hemoglobinas é o que faz com que a solução emita luz.

A análise do material coletado será a próxima etapa da pesquisa. “Ainda estamos estabelecendo quais são as melhores técnicas a serem aplicadas. Além disso, essa coleta inicial foi realizada em espaços de sondagem, ou seja, aberturas pequenas no piso para entender o que havia por baixo. Com os resultados obtidos, estamos estudando a possibilidade de ampliar essas áreas e realizar novas coletas”, revela a pesquisadora.

Materialização dos relatos

Foto: Rubens Cavallari/Folhapress

Além dos vestígios que ainda serão analisados em laboratório, os pesquisadores encontraram também inscrições na parede após a decapagem das camadas de tinta do prédio, que aparenta ser de um calendário. Além disso, foram encontrados mais de 300 objetos antigos, como papéis de bala, solas de sapato, frascos de tinta para caneta e carimbo, fragmentos de louças, entre outros. A ideia é que, ao final da pesquisa e entrega do relatório final, o local seja transformado em um memorial, com exposição das peças encontradas, a fim de preservar a memória e a verdade sobre o período da ditadura no Brasil.

“O trabalho realizado até aqui por toda a equipe, que era majoritariamente feminina, foi fenomenal. Eram mais de 25 pessoas trabalhando em três frentes distintas, todos de forma voluntária. Os resultados obtidos pelas outras frentes também foram muito expressivos. Mas acima de tudo, o projeto está conseguindo materializar os relatos dos presos do local”, avalia Maryah.

Marco histórico

Foto: arquivo pessoal

Na pesquisa realizada no DOI-Codi, é a primeira vez que a Arqueologia Forense é aplicada no Brasil. “Isso, por si só, já é um grande feito. Além disso, foram desenvolvidos métodos para que este estudo fosse viabilizado, para que fosse possível de ocorrer. Então há uma importância histórica considerando os achados e sua importância para contar a história da ditadura no Brasil, mas também na criação de métodos para a aplicação desses mesmo processos em outros locais de repressão”, pontua Maryah.

A pesquisa teve grande cobertura pela imprensa nacional. Duas equipes acompanharam o trabalho dos pesquisadores durante todo o período de escavações, que foi de 2 a 14 de agosto. Uma delas irá produzir um documentário e outra uma edição do programa Profissão Repórter da TV Globo. Para auxiliar na divulgação dos resultados alcançados, também foi criado um perfil da pesquisa no Instagram (@arqueodoicodisp).

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: arqueologia forenseditaduraDOI-CodiPesquisa

Inscrições abertas para mais três vagas de monitoria com bolsa

17/08/2023 12:18

Dois Departamentos de Ensino do Campus Blumenau da UFSC estão com inscrições abertas para seleção de monitores para o semestre 2023.2. Estão sendo ofertadas três vagas e as inscrições podem ser feitas até o próximo domingo, dia 20 de agosto, por meio do formulário eletrônico.

Para concorrer a uma das vagas, é necessário já ter cursado a disciplina e ter obtido nota igual ou superior a 7,0 e não ter nenhuma reprovação por FI nos dois semestres anteriores. Além disso, o candidato deverá ter 12h semanais disponíveis para atuar como monitor da disciplina, compatíveis com suas atividades acadêmicas. O valor da bolsa mensal é de R$ 472,80 mais um auxílio transporte de R$ 132,00, totalizando R$ 604,80.

A seleção dos candidatos será feita por meio de entrevista com o professor responsável pela disciplina. O resultado será divulgado no dia 23 de agosto, no site de cada departamento. Para mais informações sobre as bolsas e o processo seletivo, acesse o edital.

Departamento de Engenharia de Controle, Automação e Computação (CAC)
BLU3402 - Circuitos Elétricos para Controle e Automação - 1 vaga

Departamento de Matemática (MAT)
MAT1121 - Fundamentos de Matemática - 1 vaga
MAT2301 - Cálculo 2 - 1 vaga

>>> Para fazer sua inscrição, acesse o formulário.

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Piape abre inscrições para grupo de aprendizagem e oficina de Química

16/08/2023 12:59

O Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) da UFSC Blumenau está com inscrições abertas para uma oficina e um grupo de aprendizagem, ambos em Química. A oficina será de Introdução à Química Analítica e acontece no dia 2 de setembro, a partir das 9h. Já o grupo de aprendizagem terá como tema Funções Inorgânicas e inicia dia 4 de setembro. As atividades serão realizadas de forma online.

Confira abaixo mais informações sobre cada atividade e faça sua inscrição:

Oficina II - Introdução à Química Analítica
Ementa: Conceitos gerais de Química Analítica, constante de equilíbrio, grau de dissociação, eletrólitos fracos e fortes, constantes de dissociação, Lei de Le Chatelier, titulação ácido base.
Dia: 02/09/2023 às 9h
Inscrições até 01/09 (clique aqui para se inscrever)

Módulo II - Funções Inorgânicas
Ementa: Ácidos, bases, sais, óxidos, PH e POH, hidrólise salina, cálculo de PH de sal.
Início em: 04/09/2023
Inscrições até 03/09 (clique aqui para se inscrever)

Em ambas as atividades, o participante que tiver a frequência mínima de 75% terá direito a certificado, que pode ser utilizado como atividade complementar. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: apoio pedagógicoinscrições abertasPiapePrograma Institucional de Apoio Pedagógico aos EstudantesQuímica

Estudante da UFSC Blumenau é convocada para a Seleção Brasileira de Flag Football

15/08/2023 16:35

Amazonense de Flag em Manaus

A estudante do curso de Licenciatura em Química da UFSC Blumenau, Bruna Luíza Martini Quost, de 21 anos, é uma das 58 atletas convocadas na última sexta-feira, 11 de agosto, para a Seleção Brasileira Feminina de Flag Football. O primeiro encontro acontecerá nos dias 21 e 22 de outubro, em Curitiba, no Paraná, quando a equipe iniciará os treinamentos para o Mundial de Flag Football, que acontece em julho de 2024, na Finlândia.

O Flag Football é uma variação do futebol americano tradicional. As regras são bem parecidas e o objetivo também é o mesmo: avançar a bola pelo território adversário e alcançar o final do campo para marcar pontos. A principal diferença é em relação ao contato físico entre os jogadores. No Flag Football, não é permitido parar o adversário com o corpo. Para parar uma jogada e impedir o avanço do oponente, é necessário retirar uma das fitas que os atletas usam presas na cintura. Isso torna o esporte mais seguro e até mais acessível, já que não é necessário utilizar todo o equipamento de segurança do futebol americano tradicional, que possui um custo bem alto.

Regional Sul em Curitiba

Bruna conta que conheceu o Flag Football há cerca de cinco anos, quando uma amiga de colégio a convidou para um treino, em Corupá, no norte do estado. “Desde então eu me apaixonei pelo esporte e nunca mais parei de treinar. Já competi em Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Manaus. Em outubro vou jogar a Copa Sul no Rio Grande do Sul e mais além, em novembro, conseguimos vaga no campeonato nacional em São Paulo”, destaca Bruna, que atualmente é diretora e jogadora no time Sirius Breakers, que reúne atletas de Blumenau, Jaraguá do Sul, Corupá e São Bento do Sul.

Campeã Beach Flag no RJ

A atleta acredita que a convocação para a seleção brasileira é o resultado de sua dedicação e comprometimento com o esporte. “A sensação é indescritível, sempre sonhei em entrar na seleção desde que comecei a jogar. Quem me conhece sabe que todo fim de semana estou treinando, estou sempre na academia e organizando coisas relacionadas ao time e ao meu desempenho. Essa convocação trouxe alívio, de saber que minhas escolhas foram certas e que valeu a pena abdicar de tempo em família, festa, saída com amigos para me dedicar a este sonho”, avalia a atleta.

Bruna cursa agora a sétima fase e conta que pretende se formar e lecionar aulas de Química. “Gostaria muito de seguir carreira profissional no Flag Football, mas isso infelizmente não é possível, pois os atletas aqui no Brasil não recebem para jogar. Então, sou feliz com a graduação que escolhi”, explica Bruna, que pretende conciliar a profissão de professora com o esporte. “O Flag Football está na lista de esportes que serão incluídos nas Olimpíadas de 2028 em Los Angeles. Meu sonho mais audacioso é participar destas Olimpíadas”, completa.

Serviço de Comunicação UFSC Blumenau, com informações do site flagfootballbrasil.com.br
Fotos: arquivo pessoal

Tags: convocaçãoesportesFlag FootballSeleção Brasileira