Inscrições abertas para atuar como voluntário na Feira de Cursos

24/08/2026 14:30

A Direção da UFSC Blumenau abriu nesta segunda-feira, 24 de agosto, as inscrições para estudantes interessados em atuar como voluntários durante a Feira de Cursos deste ano. As inscrições devem ser feitas de forma on-line, até o próximo domingo, dia 30 de agosto. O evento acontece nos dias 10 e 11 de setembro, nos períodos matutino, vespertino e noturno.

As atribuições dos voluntários durante o evento serão: auxiliar a apresentação dos cursos de graduação e núcleos nos estandes; recepcionar e direcionar os visitantes; atuar na organização física do evento; e atuar nas visitas guiadas. Os estudantes que efetivamente atuarem durante o evento receberão declaração e/ou certificado de horas trabalhadas, que podem ser aproveitadas como atividade extracurricular (ACC ou ATCC).

Para se inscrever, é necessário ser aluno regular de qualquer curso de graduação da UFSC Blumenau. No momento da inscrição, o candidato deverá indicar quais dias e horários tem disponibilidade para atuar no evento. Os horários serão preenchidos por ordem de inscrição.

Para mais informações, acesse o edital.

>>> Para fazer sua inscrição, clique aqui.

Daiana Martini/Divisão de Comunicação UFSC Blumenau

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Inscrições abertas para novas bolsas de monitoria em 2026.2

24/08/2026 13:15

Atualizada em 26/08/2026 às 7h25

Os Departamentos de Ensino da UFSC Blumenau estão com inscrições abertas para seleção de estudantes de graduação para atuarem como monitores de mais seis disciplinas no semestre 2026.2. Para as vagas do edital 2, as inscrições podem ser feitas até o próximo sábado, dia 29 de agosto. Para as vagas do edital 3, as inscrições vão até terça-feira, dia 1º de setembro.

Para se inscrever, é necessário já ter cursado a disciplina e ter obtido nota igual ou superior a 7,0. Além disso, o candidato deverá ter 12h semanais disponíveis para atuar como monitor da disciplina, compatíveis com suas atividades acadêmicas. O valor da bolsa mensal é de R$ 568,00 mais um auxílio-transporte de R$ 132,00, totalizando R$ 700,00.

Confira abaixo as disciplinas com vagas para monitor:

  • CAC8003 - Modelagem e Simulação de Sistemas Dinâmicos
  • EMT 2034 - Propriedades Mecânicas dos Materiais
  • MAT4121 - Fundamentos de Matemática
  • MAT2101 - Pré-Cálculo
  • CAC3401 - Sinais e Sistemas Lineares (edital 3)
  • DET1507 - Tecnologia de Malharia por Trama (edital 3)

Vantagens de ser um monitor
• Fixação e aprofundamento do conteúdo de uma disciplina que você já cursou;
• Experiência relacionada à docência, com supervisão do professor da disciplina;
• Ajuda aos colegas que cursarão as disciplinas neste semestre;
• Recebimento de certificado, que pode ser utilizado como atividade complementar.

Para mais informações e inscrições, clique aqui.

Daiana Martini/Divisão de Comunicação UFSC Blumenau

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LABMAC oferece bolsa de iniciação científica para projeto em Matemática Aplicada e Computação

21/08/2026 15:19

O Laboratório de Matemática Aplicada e Computação (LABMAC), da UFSC Blumenau, está com uma vaga aberta para bolsista de Iniciação Científica pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq), conforme o Edital nº 01/2026/PROPESQ. A oportunidade é para atuação no projeto “Inversas Generalizadas Esparsas via Basis Pursuit: uma abordagem computacional por projeções alternadas infactíveis”, sob orientação do professor Luiz Rafael dos Santos.

O projeto investiga métodos eficientes para o cálculo de inversas de matrizes esparsas, que possuem muitas entradas nulas. O tema apresenta aplicações em áreas como compressão de sinais, ciência de dados e aprendizado de máquina. Durante a pesquisa, o bolsista trabalhará com o algoritmo BP-MAP, desenvolvido pelo próprio orientador e colaboradores, e participará da implementação computacional em Julia.

Formação em pesquisa e programação científica

A participação no projeto permitirá ao estudante aprofundar conhecimentos em Álgebra Linear aplicada, incluindo inversas generalizadas, equações de Penrose e pseudoinversa; Otimização Convexa, com estudo de normas, projeções e do Problema de Basis Pursuit; e Programação Científica em Julia, utilizando ferramentas como Pluto.jl, SparseArrays.jl e Krylov.jl.

Além dos conhecimentos técnicos, o bolsista terá contato com diferentes etapas da pesquisa científica, como leitura de artigos, realização de experimentos numéricos, elaboração de relatório técnico e apresentação dos resultados em evento científico.

Requisitos e condições

Podem se candidatar estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação da UFSC que tenham cursado ou estejam cursando a disciplina de Álgebra Linear. É necessário ter disposição para aprender programação científica em Julia e fundamentos de otimização convexa. Não é exigida experiência prévia em otimização ou computação de alto desempenho, pois esses conteúdos serão desenvolvidos ao longo do projeto. O bom desempenho acadêmico será considerado no processo de seleção.

A bolsa PIBIC/CNPq–UFSC tem valor de R$ 700 mensais, com dedicação de 20 horas semanais, pelo período de 12 meses, de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2027.

Como se candidatar

Interessados devem enviar, até 29 de agosto de 2026, um e-mail para , contendo uma breve apresentação com informações sobre curso, fase e motivação para participar do projeto.

 

Karine Lopes/Divisão de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: bolsainiciação científica

Oficina de Colagem promove criatividade e integração na UFSC Blumenau

20/08/2026 14:20

A Biblioteca Setorial da UFSC Blumenau recebeu, no dia 18 de agosto, a Oficina de Colagem – Recortes de Mim, atividade organizada pelos agentes culturais do campus. Ministrada pela artista visual, agente cultural e servidora técnico-administrativa Lila Tarnowski, a oficina reuniu estudantes, técnicos-administrativos e docentes em uma experiência de criação artística e introspecção.

A proposta convidou os participantes a escreverem algumas palavras sobre si mesmos e, a partir dessa descrição, criarem uma colagem autorrepresentativa utilizando diferentes imagens e recortes. “A colagem criativa é uma técnica incrível, porque você pega várias imagens prontas e cria uma totalmente nova, única e extremamente pessoal”, explica Lila. Segundo a ministrante, a atividade buscou proporcionar um momento de pausa para que os participantes pudessem “deixar o mundo lá fora e olhar para dentro de si, com carinho, cuidado e atenção”.

A estudante Brenda Sayana Alves Ribeiro, do curso de Química Bacharelado, destacou que a oficina foi uma experiência relaxante e que o processo criativo foi acontecendo gradualmente ao longo da atividade. “Ficar focado em entender como juntar as partes e como representar a si mesmo foi um desafio a princípio, mas depois a criatividade foi saindo para a folha.”

Para a técnica-administrativa Priscila Margarete Bona, servidora da Biblioteca Setorial, a oficina também foi uma oportunidade de descontração e troca com outros integrantes da comunidade acadêmica. “Foi ótima! Um momento de descontração e troca com os outros participantes. Foi perceptível que todos gostaram bastante da experiência de criação, além de ficarem bem satisfeitos com o material que produziram.”

Arte e formação integral

Para o docente Matheus Henrique Oliveira de Sousa do Departamento de Ciências Exatas e Educação - CEE, atividades como a oficina são importantes para ampliar as experiências proporcionadas pela universidade. Segundo ele, a rotina acadêmica, especialmente nas áreas de Exatas, exige frequentemente um raciocínio rigoroso, analítico e objetivo, tornando experiências artísticas uma oportunidade para exercitar outras formas de pensar e criar. “A universidade não deve se limitar a ser apenas um centro de treinamento/desenvolvimento de habilidades técnicas, ela deve atuar também na formação humana de maneira mais integral.”

O docente destaca ainda que a oferta de atividades artísticas pode contribuir para reduzir as pressões da rotina acadêmica, estimular a criatividade e fortalecer a integração entre os diferentes segmentos da comunidade universitária.

Ao final da oficina, participantes manifestaram interesse na realização de novas experiências com a linguagem da colagem. Para Lila, momentos como esse reforçam o potencial da arte como espaço de acolhimento, expressão e fortalecimento dos vínculos dentro da universidade.

Karine Lopes/Divisão de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: agentes culturaisartecultura

Professora seleciona bolsista para projeto de iniciação científica

17/08/2026 10:56

A professora Franciellen Rodrigues da Silva Costa, do Departamento de Ciências Exatas e Educação (CEE) da UFSC Blumenau, está com inscrições abertas para seleção de um bolsista de iniciação científica para atuar no projeto Mulheres Negras que fazem Ciências. O valor da bolsa é de R$ 700 mensais e a vigência será de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2027. A seleção correrá entre os dias 17 e 21 de agosto de 2026. Para participar é necessário preencher a inscrição pelo link: https://forms.gle/rbE9QvqnaRt6tPc58

O objetivo do projeto é incentivar a formação, a permanência e a ascensão de meninas negras na carreira científica, por meio de ações desenvolvidas em espaços educativos formais e não formais.

Podem se candidatar estudantes que comprovem vínculo com um programa de ações afirmativas no ingresso no Ensino Superior e/ou que pertençam a um dos grupos contemplados pela iniciativa. São elegíveis pessoas negras, indígenas ou quilombolas; pessoas com deficiência; pessoas trans, incluindo transexuais, travestis, transmasculinas, transgêneras e/ou não binárias; alunas mães com filhos de 0 a 6 anos, conforme o disposto na Resolução Normativa nº 200/2024/CUn, de 18 de dezembro de 2024; e estudantes que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública.

 

Para mais informações, entre em contato com a professora pelo e-mail 

Karine Lopes/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau

Servidores são homenageados em reunião do Conselho da Unidade

14/08/2026 13:56

Na reunião do Conselho da Unidade desta quinta-feira, 13 de agosto, foram homenageados os servidores docentes e técnico-administrativos da UFSC Blumenau que completam 10 anos de atuação no campus em 2026. Ao todo, 18 professores e quatro TAEs receberam a homenagem, que começou a ser feita em 2024, quando o campus completou 10 anos. Desde então, anualmente a Direção homenageia os servidores que completam uma década de dedicação ao campus.

Entre os docentes, os homenageados foram: Adriano Péres, Andrea Cristiane Krause Bierhalz, Daniel Martins Lima, Eslley Scatena Gonçales, Francis Felix Cordova Puma, Grazyella Cristina Oliveira de Aguiar, Hugo José Lara Urdaneta, Jorge Cássio Costa Nóbriga, José Wilmo da Cruz Junior, Julio Faria Corrêa, Leonardo Ulian Lopes, Márcio de Jesus Soares, Márcio Roberto da Rocha, Naiara Vergian de Paulo Costa, Rafael Aleixo de Carvalho, Renan Gambale Romano, Tiago Davi Curi Busarello e Wanderson Santana da Silva.

Já entre os TAEs, receberam a homenagem: Aline Trierweiler de Sousa, Glauco Pereira de Oliveira e Braga, Luiz Fernando Keller e Marcel Luis Agostini. Os servidores que não puderam comparecer ao evento, receberão a homenagem em momento oportuno.

O diretor da UFSC Blumenau, Adriano Péres, falou sobre o momento que vive o Campus Blumenau, com a ampliação da estrutura, a consolidação dos programas de pós-graduação e a aprovação de um novo curso de graduação. “Temos muitos motivos para comemorar e este é o objetivo desta cerimônia: comemorar nossa história até o dia de hoje”, disse.

O vice-diretor do campus, Rafael dos Reis Abreu, fez a homenagem aos docentes que completam uma década de dedicação ao ensino, à pesquisa, à extensão e, principalmente, à formação dos estudantes. “Ao longo desses anos, vocês ajudaram a construir e consolidar o Campus Blumenau. Cada aula, cada orientação, cada projeto e cada contribuição deixaram uma marca no nosso campus e na trajetória de muitos estudantes”, disse.

Adriano falou sobre o importante trabalho dos TAEs do campus, ressaltando que são reconhecidos como uns dos melhores da UFSC. “A história do campus vem sendo escrita por mãos que, nos bastidores e no atendimento diário, garantem o funcionamento, o crescimento e a excelência da instituição. Ser um excelente servidor técnico-administrativo em educação exige uma combinação rara de competências técnicas e virtudes humanas, qualidades que este grupo demonstra diariamente. Destaco o espírito de colaboração, a resiliência diante dos desafios e a empatia no acolhimento a estudantes, docentes e à comunidade externa”, disse.

Confira abaixo mais fotos da homenagem:

Daiana Martini/Divisão de Comunicação UFSC Blumenau

Tags: 10 anosConselho da Unidadehomenagem

Pesquisadora da UFSC Blumenau identifica vestígios de sangue em centro de tortura da ditadura militar

13/08/2026 09:34

A pesquisadora Maryah Elisa Morastoni Haertel, técnica de laboratório de Física do Campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi responsável pelas análises que identificaram resíduos biológicos compatíveis com sangue humano no prédio onde funcionou o Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), em São Paulo, durante o período da ditadura militar.

A descoberta foi realizada por meio de um projeto de pesquisa interinstitucional, coordenado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e com participação da UFSC Blumenau, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade de São Paulo (USP). A equipe de arqueologia era composta somente por mulheres e o resultado da pesquisa foi publicado recentemente na Forensic Archaeology, Anthropology and Ecology.

Durante a década de 70, o complexo do DOI-Codi de São Paulo foi o principal centro de repressão da ditadura militar, com mais de sete mil pessoas detidas no local e pelo menos 52 mortes documentadas. O prédio de três andares, localizado na Rua Tutóia, no bairro Vila Mariana, foi um dos mais ativos centros de tortura, interrogatório, assassinato e desaparecimento do país.

O estudo combinou investigação arqueológica, análise das intervenções realizadas no edifício ao longo dos anos e diferentes técnicas de ciências forenses para examinar vestígios encontrados em espaços historicamente associados à detenção, ao interrogatório e à tortura. As amostras biológicas foram coletadas no DOI-Codi em agosto de 2023 e a análise foi realizada entre 2024 e 2025, nos laboratórios da UFSC Blumenau.

Maryah explica que, para a análise em campo, foram utilizadas luzes forenses, luminol e um sistema óptico desenvolvido por ela mesma especificamente para o rastreio de vestígios biológicos. “Todos esses métodos são presuntivos, ou seja, apontam a possibilidade mas não confirmam o achado. Os positivos desta etapa foram obtidos no segundo andar, com ênfase em salas de interrogatório, e na enfermaria”, conta.

Segunda etapa

As amostras que tiveram resultado positivo em campo foram então submetidas a análises laboratoriais, onde foram utilizados espectroscopia de fluorescência e métodos químicos (Teste de Kaslte-Meyer e Teste dos cristais de Takayama). A pesquisadora conta que enfrentou três tipos principais de dificuldades para fazer as análises: instrumental, base de dados e cadeia de custódia. No quesito instrumental, foi necessário separar e encontrar métodos que poderiam confirmar a presença de sangue tão antigos.

Já no quesito base de dados, foi a dificuldade de achar estudos que analisavam sangue tão antigo. “Eu ficaria muito feliz se tivesse encontrado pesquisas com mais de dez anos. Na grande maioria dos trabalhos, o interesse é sangue recente (até 60 dias ou até, no máximo, dois anos). Saber como o sangue se degrada, em condições ambientais, após 40 anos da deposição, foi um desafio. Não há bases de dados de comparação atualmente”, relata Maryah.

No quesito cadeia de custódia, a equipe teve que ter um cuidado muito grande com os vestígios encontrados, pois o prédio não ficou fechado nos anos 90, ele foi tombado como patrimônio histórico apenas em 2014. “Foram realizadas alterações arquitetônicas importantes, e nada que estivesse visível poderia ser ligado diretamente aos crimes cometidos nas décadas de 60, 70 e 80. Por isso, um estudo histórico e arquitetônico foi realizado, para identificar qual era o piso da época e chegar até ele, escavando camada por camada. Ou seja, não foi chegar e coletar qualquer coisa: teve toda uma parte documental antes, para entender o prédio e o que, de verdade, poderia ser encontrado lá”, explica Maryah.

Além desses obstáculos técnicos, a equipe também teve dificuldade para manter o sigilo dos resultados, que chegaram a vazar na imprensa na época. “As análises presuntivas nos animaram, mas não era possível confirmar sangue. Essa confirmação só pode ser realmente feita agora, após todo o processo de análise, assim como após passar pelo escrutínio da comunidade científica e ser publicado. Agora sim, posso falar: achamos restos hemáticos”, afirma a pesquisadora.

A equipe do projeto tentou ainda realizar a análise de DNA das amostras, buscando cruzar informações de pessoas presas ou desaparecidas durante o período da ditadura militar. No entanto, não foi possível fazer nenhum tipo de identificação porque os vestígios estavam muito degradados. “Detectar sangue, por si só, já é algo muito importante e muito difícil”, explica Maryah.

Pesquisa histórica

Maryah conta como foi para ela participar dessa pesquisa, tão importante e esclarecedora para o país. “É muito legal perceber a evolução tecnológica em ciências forenses, e mostrar que análises antes inimagináveis agora podem ser realizadas. Ainda precisamos de pesquisas, ainda precisamos de desenvolvimento e de gente trabalhando na área. Mas é possível investigar crimes com mais de 50 anos e tentar dar materialidade aos eventos discorridos por várias testemunhas. Mas não se enganem achando que o trabalho é simples: garantir toda a metodologia utilizada foi um desafio, principalmente quando algo assim nunca foi feito no mundo”, avalia.

Por causa dos achados, em novembro de 2025 foi realizada mais uma parte de campo no DOI-Codi, levando a melhorar as análises na sala da enfermaria. Novamente foram utilizadas luzes forenses, luminol e métodos imunocromatográficos no local, (todos presuntivos). Agora esse material está novamente na UFSC Blumenau para mais análises.

Além da etapa de arqueologia forense, o projeto interinstitucional atuou em outras frentes, como pesquisa documental, coleta de testemunhos, arqueologia da arquitetura e ações de arqueologia pública. Uma equipe de filmagem acompanhou os trabalhos e futuramente um documentário deve ser lançado. Os resultados apresentam provas materiais sobre a repressão vivida durante o período, ajudando a apoiar políticas de memória e justiça.

Daiana Martini/Divisão de Comunicação UFSC Blumenau, com informações da Unifesp
Fotos: arquivo pessoal