Grupo propõe reflexões sobre masculinidades

29/06/2021 08:38

O grupo Refletindo masculinidades promove encontros quinzenais com o objetivo de fomentar o questionamento coletivo das masculinidades ou papéis masculinos. O projeto é vinculado à Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento de Violência de Gênero (CDGEN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e tem como público-alvo estudantes e servidores da UFSC. As atividades ocorrem pela plataforma Google Meet.

A proposta é realizar uma abordagem dialógica, questionando as diferentes formas de expressão do masculino – na educação, nos relacionamentos, na socialização, nas hierarquias de opressão –, além de temas relacionados ao feminismo e às pautas LGBTQIA+. Os assuntos debatidos são definidos pelo próprio grupo, que preza pelo respeito, pelo sigilo e pelo debate livre, propiciando um espaço seguro.

Os interessados devem preencher o formulário de inscrições, no qual devem indicar suas preferências de data e horário, e aguardar o e-mail de confirmação da inscrição. Haverá grupos que reúnem homens e mulheres, mas a maioria dos encontros é exclusiva para quem se reconhece como homem (trans e cisgênero). Mulheres com interesse em participar das discussões também podem se inscrever e aguardar o contato dos organizadores. Os participantes que tiverem presença regular poderão obter certificado de atividade de extensão ao fim do semestre.

Fonte: Notícias da UFSC

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Saad promove rodas de conversa quinzenais para mulheres da UFSC

29/06/2021 08:34

A Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades da Universidade Federal de Santa Catarina (Saad/UFSC), por meio da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento de Violência de Gênero (CDGEN), promove rodas de conversa quinzenais para as estudantes, técnicas administrativas e docentes da UFSC.

O Entre-laços: roda de compartilhamento para mulheres tem o objetivo de construir um local seguro para troca de experiências, vivências e promoção de acolhimento, questões ainda mais necessárias no contexto de ensino remoto e pandemia. Os encontros têm duração de 1h a 1h30, ocorrem via plataforma virtual e contam com a presença de assistentes sociais e psicólogas.

Para participar, basta se inscrever pelo link e aguardar e-mail de confirmação com o endereço da sala virtual. No mesmo formulário, as interessadas podem indicar suas disponibilidades de data e horário.

Mais informações pelo e-mail .

Fonte: Notícias da UFSC

Tags: CDGENsaad

Piape realiza oficina de matemática neste sábado

28/06/2021 15:40

O Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) da UFSC Blumenau está com inscrições abertas para a oficina “Cálculo de área com aplicações trigonométricas”, que será realizada neste sábado, dia 3 de julho. As inscrições podem ser feitas até sexta-feira, 2 de julho.

Confira abaixo mais informações:

Cálculo de área com aplicações trigonométricas (clique aqui para se inscrever)
Ementa: Relações trigonométricas para cálculo de área; Triângulo retângulo e relações trigonométricas; Ciclo trigonométrico.
Data: 03/07/2021
Horário: das 10h às 12h

A participação na oficina dá direito a certificado, que pode ser utilizado como atividade complementar. Em caso de dúvidas, entre em contato com o Núcleo Pedagógico da UFSC Blumenau pelo e-mail ou pelo Whatsapp (48) 3721-3342.

(Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau)

Tags: apoio pedagógicomatematicaoficinaPiapePrograma Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes

Inscrições para mestrado em Nanociência, Processos e Materiais Avançados terminam neste sábado, 3 de julho

28/06/2021 13:46

Terminam no próximo sábado, dia 3 de julho, as inscrições para o mestrado em Nanociência, Processos e Materiais Avançados da UFSC Blumenau. Estão sendo ofertadas 10 vagas, sendo três delas reservadas para candidatos negros, indígenas, com deficiência, e de outras categorias com vulnerabilidade social.

Para se candidatar às vagas, é necessário ter curso de graduação completo, ou ter previsão de conclusão até 18 de dezembro. A inscrição deve ser feita pelo Formulário de Inscrição para Pós-Graduação do Controle Acadêmico da Pós-Graduação (CAPG).

O processo seletivo será realizado totalmente online, por meio de análise curricular e da proposta de pesquisa apresentada pelo candidato. O semestre letivo está previsto para iniciar em 23 de agosto.

O mestrado do PPGNPMat contempla uma área de concentração (Nanociência, Processos e Materiais Avançados) e duas linhas de pesquisa: Materiais, Processos e Transformações; e Nanociência e Nanotecnologia, que visam ampliar as discussões e a compreensão do conhecimento na interface entre Física, Química, Ciência e Engenharia dos Materiais.

Para mais informações, acesse o edital.

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail  ou pelo telefone (48) 3721-3336 (WhatsApp).

(Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau)

Tags: materiaismestradonanociênciapós-graduaçãoPPGNPMat

Departamento de Matemática seleciona monitor para disciplina Geometria Analítica

28/06/2021 10:27

O Departamento de Matemática (MAT) do Centro Tecnológico de Ciências Exatas e Educação da UFSC Blumenau está com inscrições abertas para seleção de um monitor para a disciplina Geometria Analítica. A vaga é para alunos que já cursaram a disciplina e obtiveram nota mínima de 7,0.

O monitor selecionado receberá uma bolsa mensal no valor de R$ 364,00 mais um auxílio transporte no valor de R$ 90,00 para atuar 12h semanais. As inscrições devem ser feitas até às 17h do dia 29 de junho por meio do formulário de inscrição disponível no site do departamento.

Além da bolsa mensal, o aluno que atua como monitor ganha experiência em docência, com supervisão do professor da disciplina, e recebe um certificado no final do semestre, que pode ser utilizado como atividade complementar.

(Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau)

Tags: geometriainscrições abertasmatematicamonitoria

Ciência e Universidade ampliam compreensão sobre questão LGBTQIAPN+ e impactam realidade

28/06/2021 08:50

Pesquisar, informar, divulgar, formar e incluir. São muitos os verbos que se aplicam à função da Universidade como parte da luta da comunidade LGBTQIAPN+, que celebra no dia 28 de junho o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+. Para além de um papel pedagógico – o que abrange, por exemplo, a necessidade de explicar a sigla e combater o preconceito – as ações realizadas por núcleos dedicados a estudar o assunto formam profissionais conscientes de uma questão social importante, podendo, inclusive, impactar a realidade.

>> LGBTQIAPN+: mais do que letras, pessoas

Um desses impactos mais diretos veio por meio de um estudo do qual o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) – pioneiro na UFSC e no Brasil – participou. Em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro e a Universidade Federal de Goiás, o núcleo realizou, já na primeira década dos anos 2000, uma pesquisa então inédita sobre conjugalidades e parentalidades LGBTQIAPN+ no país. Seu desdobramento, segundo lembra a coordenadora do NIGS, Miriam Grossi, foi importante para a decisão do STF de equiparar a conjugalidade de pessoas do mesmo sexo com o casamento heterossexual. “Sem dúvida pesquisas científicas são fundamentais, sobretudo neste momento de grandes retrocessos políticos para que a sociedade entenda que pessoas LGBTQI+ são cidadãos como os outros e que têm o direito de se casar, ter filhos, serem amados por suas famílias”, pontua.

Recentemente, o Núcleo de Direitos e Diversidade (NEDD) também uniu o campo da pesquisa à intervenção social: um dos estudos executados pela equipe levou à propositura da ação que reconheceu o direito de constar na certidão de nascimento o real gênero a que uma pessoa se sentia pertencente. “No caso em particular, por tratar-se de uma pessoa não binária, a conquista se deu justamente pelo direito de não constar nenhum dos gêneros binários”, lembra o líder do grupo, professor Clarindo Epaminondas.

Para o professor, a ciência que é produzida nas universidades pode ser considerada responsável por uma mudança de paradigma sobre temas como casamento igualitário, autodeterminação de gênero e sexo e outros temas, o que reforça a correlação direta entre a ciência e o mundo. “Ao contrário do que se pareça, estudar a diversidade sexual inclui entender como funciona a sociedade”, pondera.

Os casos de impacto direto na realidade podem ser considerados paradigmáticos por gerarem rupturas e provocarem mudanças na vida cotidiana de cerca de 15% a 20% da população, conforme indica o professor Rodrigo Moretti, do Epicenes: Núcleo de Estudos em Gênero e Saúde. “A gente deve lembrar que a ideia de minoria é um termo da ciência política e se refere à minoria nas decisões, não em termos numéricos. Então, por mais que a gente provavelmente tenha uma porcentagem maior de pessoas heterossexuais e cisgêneras na humanidade, as pessoas LGBT+ também estão presentes”, afirma, reforçando a relevância de lançar o olhar da ciência ao assunto.

Para a professora Olga Regina Zigelli Garcia, líder do Laboratório Interdisciplinar de ensino, pesquisa e extensão em sexualidades (Afrodite), a universidade, por meio da pesquisa, tem o papel não só de colaborar com as diferentes formas de existência, como de compreender que a existência dentro da diferença tem muito a agregar para o próprio pensamento científico. “Os campos de saber precisam cuidar da diversidade nos espaços de formação para que ela se torne um lugar próspero, um lugar frutífero. Neste caso, é preciso instituir programas sérios de acesso, permanência e êxito de discentes, bem como promover cursos não só para docentes e discentes, mas fundamentalmente para os papéis de poder dentro das instituições”, comenta.

Informar e divulgar

De acordo com o pesquisador Assis Felipe Menin, do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), um dos principais centros de pesquisa sobre o assunto no Brasil, o relatório mais recente da Acontece Arte e Política LGBTI+ e Grupo Gay da Bahia, indica que 237 pessoas foram mortas de forma violenta em 2020 “simplesmente por expressarem e viverem aquilo que são”. Menin ressalta que esse número pode ser maior, já que muitos casos não entram na lista das violências da população dissidente sexual. “Logo, o pessoal é político, e a universidade, por excelência, tem a função de compreender os fenômenos sociais”.

Imagem de SatyaPrem por Pixabay

Os núcleos de ensino, pesquisa e extensão cumprem um papel adicional nesse cenário: contribuem com a informação, uma das principais ações contra o preconceito. Só no IEG, são 21 laboratórios, da UFSC e de outras instituições, preocupados com a temática. O instituto é formado por frentes de atuação que dão visibilidade ao assunto, entre eles o Fazendo Gênero, simpósio internacional que ocorre desde 1994, o Centro de Documentação (CEDOC-IEG), uma biblioteca especializada em estudos das sexualidades dissidentes e hétero, o Espaço Cultural Gênero e Diversidade e a Revista Estudos Feministas. “A preocupação do IEG nesse momento, para além das frentes dos estudos e pesquisas na interseccionalidade de gênero, raça, feminismos entre outros, é no fortalecimento do ensino, pesquisa e extensão”, registram.

A professora Miriam Grossi, do NIGS, reforça a importância do projeto de extensão Papo Sério, que foi desenvolvido por mais de uma década pelo núcleo. “Fazíamos oficinas de sensibilização a estas temáticas em escolas públicas da Grande Florianopolis”, lembra. O projeto foi paralisado por conta da pandemia, mas as investigações do núcleo continuam. “O grupo está dedicado a entender questões como envelhecimento de gays, impacto das políticas conservadoras contra a diversidade sexual no espaço da escola, violências contra estudantes LGBT em escolas, como gays produzem conjugalidade a partir da decoração de suas casas”, comenta.

No Afrodite, atualmente, 25 estudantes da graduação à pós-graduação de diversas áreas do conhecimento, mais sete pesquisadores e um servidor técnico-administrativo atuam no ensino, pesquisa e extensão. Um dos eixos é justamente voltado para o desenvolvimento de formações mensais nas temáticas de gênero, diversidade sexual e sexualidades que são abertas ao público em geral e obrigatórias para pessoas que compõem o grupo. “Estudar questões relacionadas à diversidade sexual é contribuir para o entendimento de que cada pessoa é única em seu processo de viver e, portanto, deve ser respeitada em suas especificidades”, afirma a coordenadora Olga Regina Zigelli Garcia.

O Epicenes também alia a pesquisa, o ensino e a extensão em suas práticas, atuando em campo interdisciplinar. O grupo promove pesquisas nas temáticas de Gênero e de Diversidade Sexual aplicadas à saúde, mas também é espaço formativo para profissionais de saúde e das ciências sociais. “Se a gente for pensar, seja no âmbito da educação ou da saúde, você desconsiderar uma característica tão importante quanto a orientação afetiva, a expressão de gênero e orientação sexual das pessoas é você desconsiderar vários elementos que fazem com que essas pessoas tenham uma vida diferente dos outros 80%. Isso é uma percentagem muito significativa”, explica Moretti.

Formar e incluir

Imagem de Free-Photos por Pixabay

A formação de profissionais atentos às diversidades e a sua inclusão efetiva é outro eixo de ação dos núcleos que tematizam a questão LGBTQIAPN+ na UFSC. Menin, do Instituto de Estudos de Gênero, lembra que a universidade, aliada à ciência, pode contribuir com a pluralidade e o respeito às sexualidades dissidentes no seu ambiente – e que o ingresso dessa parcela da população é o primeiro passo para acolher esses grupos que historicamente sempre estiveram fora.

“Uma dessas ações, entre outras, é a abertura de cotas para o ingresso das identidades trans nos programas de pós-graduação, que garantem a apropriação desse saber científico e a mobilização de diferentes formas de saberes”, indica. “Ao acolher essa população e as suas especificidades, que não estão relacionadas apenas às demandas mais urgentes da violência física, mas da ordem do psicológico, do jurídico, da saúde, a universidade pública contribui para a sua pluralização”, complementa.

O professor Moretti, do Epicenes, acredita que a Universidade pode contribuir com a formação de sujeitos capazes de compreender as diversidades e de serem sensíveis a ela. Para ele, uma instituição como a UFSC pode atuar em dois grandes blocos: mapear, por meio das pesquisas, o que essas pessoas passam nas suas vidas, articulando diferentes campos do saber, e formar profissionais aptos a lidarem com isso. “Cada vez mais a universidade forma estudantes nessa temática e, com toda certeza, quanto mais isso ocorre, mais você vai ter futuros profissionais nos diversos campos do saber e da sociedade atuando em prol das pessoas LGBT+”.

Este aspecto também é lembrado pelo professor Epaminondas. Conforme explica, a divisão sexual biológica está impregnada em todos os setores da coletividade, o que por si só já justifica a importância de estudá-la. “Estudar e/ou pesquisar sobre diversidade sexual implica conhecer os mais profundos preâmbulos da sociedade e, como tarefa principal, está a de sugerir intervenções na forma como a diversidade sexual deve ser encarada, discutida e ensinada e compartilhada”, define. O professor explica que os estudos sobre os gêneros e as sexualidades são relativamente novos, e as ciências sociais são a base que permitem o acesso e a problematização de questões que se referem à diversidade. “No Brasil e no ocidente, como regra, foi justamente no âmbito das universidades públicas que tais discussões ganharam eco”, diz.

Por isso, a inclusão de disciplinas que tematizem o assunto também é citada pelas lideranças dos núcleos como fundamental. A professora Olga acredita que é necessário dar visibilidade ao assunto nos currículos. “É necessário que estas discussões façam parte da grade curricular, não apenas com disciplinas eletivas, mas também inserindo disciplinas obrigatórias voltadas a estas temáticas, abordadas de forma interdisciplinar em todas as cadeiras, independentemente da área de formação, incluindo na formação discente não apenas saberes técnicos, mas também pensamentos críticos”.

Para a professora Miriam Grossi, estudar as questões relacionadas à diversidade sexual é muito importante para a sociedade brasileira, pois trata-se de uma questão central da democracia. Menin registra que, historicamente, até pouco tempo estas pessoas eram consideradas doentes. As identidades trans, por exemplo, eram percebidas como portadoras de transtornos mentais. Os preconceitos sobre as sexualidades dissidentes, de acordo com o pesquisador do IEG, ainda geram injustiças e problemas sociais. “Espera-se, portanto, que esse conhecimento produzido na universidade pública seja benéfico em aspectos culturais,sociais, intelectuais e econômicos para essa parcela da população”, diz.

Núcleos da UFSC voltados à temática

Instituto de Estudos de Gênero

Instituto de Estudos de Gênero é uma referência central quando o assunto são as questões relacionadas à temática LGBTQIAPN+. Profissionais da UFSC também estão ligadas à organização, que reúne seis frentes de atuação, vários laboratórios e núcleos voltados aos estudos de gênero, feminismos, sexualidades, diversidades, interseccionalidades, etc. O Afrodite e o NIGS, por exemplo, fazem parte do IEG.

Epicenes

Epicenes: Núcleo de Estudos em Gênero e Saúde tenta se constituir como um grupo de pessoas que promovem pesquisa nas temáticas de Gênero e de Diversidade Sexual aplicadas à saúde, mas também enquanto espaço formativo para profissionais de saúde e das ciências sociais, assim como de articulação junto aos Movimentos Sociais.

NEDD

Núcleo de Estudos em Direito e Diversidades (NEDD) tem enfoque nas temáticas da diversidade sexual e diversidade de gênero.

Afrodite

Laboratório Interdisciplinar de ensino, pesquisa e extensão em sexualidades – AFRODITE – visa o fomento das discussões sobre gêneros e sexualidades, visando o respeito às diferenças, tendo em consideração os marcadores socioculturais e o direito das pessoas vivenciarem suas sexualidades em suas singularidades, livres de discriminação e preconceito

Margens

Criado em 1996, o Modos de Vida, Família e Relações de Gênero (Margens) integra estudantes e profissionais em temáticas sobre gênero e sexualidades em uma abordagem crítica e feminista, em âmbitos local, estadual, nacional e internacional. Possui rede consolidada em parcerias com IES, por meio de ex-doutorandas/os que, agora docentes, coordenam suas próprias equipes.

N’aya

Núcleo Aya (N’Aya) foi forjado no âmago dos movimentos sociais de Travestis, Transexuais, Transmasculines e Não-bináries do Sul Global e, segundo sua carta de princípios, é “um locus de intelectualidades, sabedorias e experiências travestis e trans no âmbito da Universidade Federal de Santa Catarina com legitimidade de atuação dentro e fora da instituição, com caráter de produção, multiplicação e reflexão de pesquisas e ativismos”.

Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC

Tags: LGBTQIAPN+orgulhosaad

Departamento de Engenharia Têxtil seleciona monitor para disciplina Tecnologia de Malharia I

25/06/2021 15:36

O Departamento de Engenharia Têxtil (DET) da UFSC Blumenau está com inscrições abertas para seleção de um monitor para a disciplina Tecnologia de Malharia I. A vaga é para alunos que já cursaram a disciplina e obtiveram nota mínima de 7,0.

O monitor selecionado receberá uma bolsa mensal no valor de R$ 364,00 para atuar 12h semanais. As inscrições devem ser feitas até às 17h do dia 29 de junho por meio do formulário de inscrição disponível no site do departamento.

Além da bolsa mensal, o aluno que atua como monitor ganha experiência em docência, com supervisão do professor da disciplina, e recebe um certificado no final do semestre, que pode ser utilizado como atividade complementar.

(Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau)

Tags: bolsaEngenharia Têxtilinscrições abertasmonitoria

Inscrições abertas para segunda turma do curso sobre Indústria 4.0

25/06/2021 13:28

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está com inscrições abertas para a segunda turma do curso de extensão gratuito “Indústria 4.0: revolução tecnológica”, ministrado pela professora do Campus Blumenau Ana Julia Dal Forno. A capacitação, que é aberta para a comunidade em geral, tem duração de 30h e é ofertada em inglês.

A capacitação faz parte do Programa de Mobilidade Virtual (PMV), conjunto de cursos virtuais de extensão em línguas estrangeiras e português, iniciativa conjunta da Secretaria de Relações Internacionais (Sinter), Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Secretaria de Educação a Distância (Sead) e Secretaria de Planejamento (Seplan).

Serão beneficiados estudantes internacionais e da própria instituição, mas a comunidade externa também pode participar. A iniciativa pretende fortalecer relações com parceiros estrangeiros, oferecer um ambiente internacional e contribuir na “formação de uma mentalidade intercultural acadêmica de nossos futuros cidadãos/profissionais globais”, conforme explica o secretário de Relações Internacionais da UFSC, Lincoln Fernandes. A primeira turma, que se encerra no dia 9 de julho, teve cerca de 1200 inscritos.

As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de julho e os cursos serão realizados de 12 de julho a 20 de agosto. Para fazer sua inscrição, clique aqui.

Além do curso “Indústria 4.0: revolução tecnológica” também estão com inscrições abertas:

  • Brazilian Sign Language Course: Learn the Basics;
  • Découvrir le patrimoine archéologique du Sud du Brésil: Santa Catarina;
  • Desafíos de aprender en un mundo digital;
  • Digital Possibilities in Restorative Dentistry;
  • Digital transformation in education: approaching immigrant teachers and native digital students;
  • Diritti umani e Obiettivi per lo sviluppo sostenibile;
  • Português como língua adicional [PLA];
  • Tendencias de la Transformación Digital en la Educacion Superior;
  • Writing and Publishing Scientific Papers.

Para saber mais sobre os cursos e fazer sua inscrição, acesse a página do Programa de Mobilidade Virtual.

(Daiana Martini/Serviço de Comunicação UFSC Blumenau, com informações do Notícias UFSC)

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