Câmara de Graduação aprova reajuste de bolsas de monitoria para 2022
A Câmara de Graduação aprovou, em reunião nesta quarta-feira, 10 de novembro, um reajuste nas bolsas do Programa de Monitoria e Monitoria Indígena e Quilombola a partir de 2022. O reajuste foi solicitado à Câmara pela Coordenadoria de Avaliação e Apoio Pedagógico (CAAP/Prograd).
“Entendemos como necessário o reajuste, pela valorização da atividade acadêmica de monitoria, que é de grande importância para inúmeras disciplinas e estudantes em todas as unidades de ensino da UFSC”, destacou a coordenadora da CAAP, Janaina Santos. As bolsas não recebiam reajuste desde 2008.
O reajuste foi de R$ 364,00 para R$ 472,80 na bolsa, e o auxílio transporte passou de R$ 90,00 para R$ 132,00 a partir do início do semestre letivo de 2022.1. A remuneração total ficará em R$ 604,80, pagos proporcionalmente aos dias trabalhados, a partir do semestre 2022.1.
“Trata-se de uma medida fundamental para a manutenção, durante todo o semestre letivo, do vínculo de estudantes monitores e monitoras do programas de monitoria, atividades diretamente relacionadas a um dos objetivos fins desta universidade, o ensino”, salienta o pró-reitor de Graduação, Daniel Vasconcelos.
O pró-reitor acrescenta que o reajuste também acordado com a Secretaria de Planejamento e Orçamento da UFSC, que, juntamente com a Prograd, promoveu a adequação do orçamento para comportar os novos valores. Com o reajuste, o orçamento total do Programa de Monitoria e do Programa de Monitoria Indígena e Quilombola para 2022 passam de R$ 2.560.560,00 para R$ 3.469.132,80.
Parecer aprovado
O parecer aprovado por unanimidade pela Câmara de Graduação foi apresentado por Tainá Torres Mesquita, representante discente na Câmara. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) ressaltou, nas redes sociais, a importância da decisão. “O Programa de Monitoria é uma das formas que os estudantes buscam ajuda para tirar suas dúvidas e compreender melhor o conteúdo ministrado em sala de aula. Para os estudantes monitores, a bolsa monitoria é uma fonte de renda para sua permanência dentro da universidade, além de contribuir para o desenvolvimento do estudante. O Programa de Monitoria Indígena e Quilombola, visa a integração e busca contribuir para a permanência dos estudantes indígenas e quilombolas na universidade”, escreveu a entidade na publicação.
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monitoria.ufsc.br
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Assim, a pesquisa teve como objetivo modificar nanopartículas de argila caulim (caulinita e haloisita) com óleo essencial de orégano para aplicação em matrizes poliméricas na produção de embalagens ativas com propriedades antimicrobianas. “Inicialmente, foram realizados dois métodos de modificação, utilizando agitação magnética ou processo de ultrassom. A partir da segunda metodologia, mais quatro condições foram testadas a fim de aumentar a eficiência de incorporação. A eficiência máxima, que foi de 47% para a haloisita e de 43% para a caulinita, foi alcançada por meio de ultrassom e vácuo”, conta a mestranda.







