Startup criada por alunos da UFSC Blumenau conquista prêmio em competição regional
A startup Infinity conquistou o 1º lugar na categoria Universitária - Produto/Processo da 3ª Feira de Inovação e Empreendedorismo do Vale Europeu, realizada nos dias 7 e 8 de novembro, no Centro de Inovação de Blumenau (CIB). O evento foi organizado pela Universidade Regional de Blumenau (Furb), e contou com mais de 130 trabalhos. Só na categoria da Infinity, foram 34 projetos inscritos.
Criada pelos alunos do curso de Engenharia de Controle e Automação da UFSC Blumenau Samuel Schramm Meurer e Vítor Luís Babireski Fúrio, a Infinity apresenta soluções para ampliação do uso de NFTs (sigla em inglês para tokens não fungíveis). Os alunos criaram o produto NFTicket, um validador que possibilita o uso de NFTs no mundo físico.
Samuel explica que os NFTs são registros digitais únicos e dá um exemplo de como o NFTicket funciona. “Quando você vai em um evento, você compra o ingresso, utiliza e depois ele não tem mais nenhuma utilidade. Utilizando o NFTicket, é a mesma coisa para comprar e utilizar, mas depois do evento esse ingresso vira um benefício, que pode ser um desconto ou o acesso a estabelecimentos ou futuros eventos”, explica.
Ele conta que ganhar esse prêmio foi extremamente importante para a Infinity. “É um marco muito forte que aponta que estamos no caminho certo. Por meses, batemos cabeça para desenvolver uma proposta e organizar as ideias, e sempre há muitas dúvidas. O evento foi um espaço onde pudemos expor a nossa proposta e ver como as pessoas reagiam, observamos o que elas entendiam e o que achavam difícil. Para uma startup, o aprendizado e o contato com o mercado é crucial e este evento proporcionou um bom aprendizado para a Infinity”, avalia.
Sobre a startup
A Infinity é uma startup criada no ambiente de web 3.0, que visa tornar as NFT’s itens presentes em nosso dia a dia, utilizando de suas vantagens, resolvendo nossos problemas e diminuindo restrições. Samuel conta que as primeiras conversas sobre a criação da empresa aconteceram em fevereiro deste ano, mas as ideias já surgiram lá em 2019, antes da pandemia, quando os dois fundadores da Infinity tiveram o primeiro contato com o mercado financeiro por meio de um curso.
Durante a pandemia, mesmo a distância, os dois estudantes continuaram as conversas e foram acumulando experiências que contribuíram para o amadurecimento da ideia. “Utilizamos a disciplina de Gestão de Projetos, ministrada pela professora Selene de Souza Siqueira Soares, para desenvolver um pouco mais a proposta. Nos inscrevemos também no IdeAção e contamos com a ajuda das professoras Marilise Sayão e Ana Julia Dal Forno. O professor de sistemas embarcados Carlos Eduardo Moratelli também nos ajudou muito na etapa de desenvolvimento do MVP (sigla para produto viável mínimo, em inglês) para a feira”, relata Samuel.
O futuro engenheiro conta que o próximo passo agora é aplicar o validador de NFT em um caso de mercado real. “A feira foi um grande espaço para teste e aprendizagem. Daqui para frente vamos trabalhar na otimização na parte técnica, estruturação do posicionamento e da comunicação da Infinity e também na busca de parcerias de instituições que buscam fomentar a inovação. A Infinity está super aberta às pessoas e às organizações que estão dispostas a contribuir de alguma forma com o projeto”, completa.
Para mais informações sobre a Infinity e propostas de parcerias entre em contato com a startup pelo Instagram (@infinity.web3).
Serviço de Comunicação UFSC Blumenau
Fotos: arquivo pessoal














Assim, a pesquisa teve como objetivo modificar nanopartículas de argila caulim (caulinita e haloisita) com óleo essencial de orégano para aplicação em matrizes poliméricas na produção de embalagens ativas com propriedades antimicrobianas. “Inicialmente, foram realizados dois métodos de modificação, utilizando agitação magnética ou processo de ultrassom. A partir da segunda metodologia, mais quatro condições foram testadas a fim de aumentar a eficiência de incorporação. A eficiência máxima, que foi de 47% para a haloisita e de 43% para a caulinita, foi alcançada por meio de ultrassom e vácuo”, conta a mestranda.





