Vestibular UFSC 2019-2: matrícula e validação da autodeclaração nos próximos dias 22, 23, 25 e 26

22/07/2019 16:53

Os candidatos classificados no Vestibular UFSC 2019-2, seja pela classificação geral, seja por uma das modalidades de cotas da Política de Ações Afirmativas deverão realizar o processo de matrícula inicial de 25 a 26 de julho (quinta e sexta). Os classificados deverão, obrigatoriamente, realizar o preenchimento dos formulários específicos de cada categoria, que se encontram na Portaria Conjunta Vestibular 2019-2, imprimindo-os e assinando-os para entrega nas coordenadorias dos respectivos cursos, juntamente com os demais documentos exigidos, necessários para a matrícula inicial.

O candidato classificado que não comparecer pessoalmente ou que não constituir procurador para a realização de sua matrícula inicial no prazo estabelecido perderá o direito à vaga e será substituído pelo candidato de classificação subsequente e imediata da lista de espera da Comissão Permanente do Vestibular, respeitada a categoria.

As vagas que não forem ocupadas no processo de matrícula inicial da 1ª chamada serão realocadas para os candidatos subsequentes e imediatos da lista de espera, sendo publicadas pelo DAE em edital de 2ª chamada no dia 31/07/2019.

Cronograma de Validação das Autodeclarações

Pessoa com Deficiência, de 22 a 23 de julho (segunda e terça) 

Florianópolis e todos os campi

Todos os candidatos classificados deverão entregar a documentação exigida até o dia 23 de julho de 2019 no Departamento de Administração Escolar (DAE), pessoalmente ou via correio eletrônico para 

Os candidatos dos Campi poderão entregar a documentação na Secretaria Acadêmica dos respectivos Campi ou encaminhar para o e-mail  O candidato deverá comparecer à Comissão de Validação da Autodeclaração de Pessoa com Deficiência no dia 25 de julho de 2019 na sala de reuniões da PRAE (Reitoria I) ou no respectivo Campus das 8h30 às 11h.

Autodeclaração de Preto ou Pardo (Cota PPI)

Araranguá, Blumenau, Curitibanos e Joinville

Todos os cursos – 25 de julho de 2019, das 13h30 às 15h, no respectivo campus.

Florianópolis

Todos os cursos – 25 de julho de 2019, das 13h30 às 15h, na Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad), prédio da Reitoria I.

Autodeclaração de Indígena (Cota PPI)

Florianópolis e os campi

Todos os cursos – 25 de julho de 2019, das 14h às 15h, na Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (Saad), prédio da Reitoria I.

Autodeclaração de Renda

Araranguá

MEDICINA – DIURNO – 25 de julho de 2019, das 8h30 às 11h e das 13h30 às 16h, no respectivo campus.

ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO – DIURNO/NOTURNO; ENGENHARIA DE ENERGIA – DIURNO/NOTURNO – 26 de julho de 2019, das 8h30 às 11h, no respectivo campus.

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – NOTURNO – 26 de julho de 2019, das 13h30 às 16h, no respectivo campus.

Blumenau

MATEMÁTICA – LIC – NOTURNO; ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO – DIURNO – 25 de julho de 2019, das 8h30 às 11h, no respectivo campus.

ENGENHARIA TÊXTIL – DIURNO – 25 de julho de 2019, das 13h30 às 16h, no respectivo campus.

QUÍMICA – BEL – VESPERTINO/NOTURNO; QUÍMICA – LIC – NOTURNO – 26 de julho de 2019, das 8h30 às 11h, no respectivo campus.

ENGENHARIA DE MATERIAIS – DIURNO – 26 de julho de 2019, das 13h30 às 16h, no respectivo campus.

Curitibanos

AGRONOMIA – DIURNO – 25 de julho de 2019, das 8h30 às 11h, no respectivo campus.

ENGENHARIA FLORESTAL – DIURNO – 25 de julho de 2019, das 13h30 às 16h, no respectivo campus.

Florianópolis

Todos os cursos – 25 de julho de 2019, das 13h30 as 16h, no LAB-UAB, CSE, BLOCO F, 4º ANDAR.

Joinville

CIÊNCIA E TECNOLOGIA – DIURNO/NOTURNO; ENGENHARIA CIVIL DE INFRAESTRUTURA – DIURNO/NOTURNO – 25 de julho de 2019, das 8h30 às 11h, no respectivo campus.

ENGENHARIA DE TRANSPORTES E LOGÍSTICA ; ENGENHARIA FERROVIÁRIA E METROVIÁRIA ; ENGENHARIA NAVAL – DIURNO/NOTURNO – 25 de julho de 2019, das 13h30 às 16h, no respectivo campus.

(Fonte: Notícias UFSC)

Tags: matrículaufscVestibular

Campus Blumenau sedia I Encontro de Tradutores e Intérpretes de Línguas de Sinais na esfera jurídica

19/07/2019 15:01

Evento será realizado no auditório do Campus Blumenau na próxima terça-feira. Foto: Julia Freeman-Woolpert

O auditório do Campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá sediar o I Encontro do Programa de Extensão Tradutores e Intérpretes de Línguas de Sinais na esfera jurídica (TILSJUR), na próxima terça-feira, dia 23 de julho. O evento contará com a participação de docentes, servidores tradutores e intérpretes de Libras-Português, doutorandos e mestrandos da pós-graduação da Universidade, bem como representantes de comunidades surdas e operadores do Direito. As inscrições são gratuitas.

Promovido pelo Departamento de Libras, o encontro terá palestras ministradas por servidores da UFSC, da Universidade Regional de Blumenau (FURB) e do Comitê de Treinamento e Educação da National Association of Judiciary Interpreters and Translators (Najit).

A programação prevê no período da manhã: a palestra O que é o Programa de Extensão TILSJUR e o que ele produz? e a mesa-redonda Direitos linguísticos, línguas de sinais e o Judiciário – um olhar dos operadores do Direito. No turno vespertino, estão agendadas a mesa-redonda Direitos Linguísticos, línguas de sinais e o Judiciário – um olhar das comunidades surdas, a mostra de pesquisa da equipe TILSJUR e a palestra de encerramento Intérpretes de línguas orais e experiências no Fórum de Guarulhos – demandas e desafios.

Sobre o programa

O Programa de Extensão TILSJUR iniciou as atividades em novembro de 2016 e busca colaborar, por meio da tradução e da interpretação, para que a interface Libras e o Judiciário tenha maior visibilidade social e acadêmico-científica.

O objetivo principal da iniciativa é promover ações voltadas à profissionalização e à formação dos tradutores e intérpretes de línguas de sinais que atuam no meio jurídico. O programa estabelece três eixos principais de atuação: tradução e interpretação de línguas de sinais na esfera jurídica; estudos terminológicos de línguas de sinais na esfera jurídica; e acesso das comunidades surdas ao Judiciário.

A equipe é formada por professores, servidores técnico-tradutores e intérpretes de Libras-Português, alunos do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET/UFSC) e alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Letras-Libras (UFSC).

Mais informações sobre o evento pelo e-mail 

 

(Fonte: Notícias UFSC)

Tags: direitointérpreteLIBRAStradução

Normas para inserção da extensão nos cursos de graduação da UFSC estão em consulta pública

17/07/2019 12:58

A minuta da resolução normativa que estabelece normas para a inserção da extensão nos currículos dos cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina está em consulta pública até o dia 15 de agosto.

Sugestões para a Comissão Mista de Curricularização (CMC) podem ser enviados pelo e-mail  ou na página da consulta pública após a leitura do documento.

Mais informações na página da consulta pública.

(Fonte: Notícias UFSC)

Tags: consultacurrículoExtensão

Um intercâmbio pela paz: pesquisadoras colombianas realizam estudos no Campus Blumenau da UFSC

16/07/2019 15:18

Daniela Montoya Osorio

(Atualizado em 17/07/2019, às 12h53min)

Educar para a paz. A ideia pode parecer incomum, porém já gera bons frutos na Colômbia, país latino-americano que resolveu colocar em prática o velho jargão – porém, não menos atual – de que apenas a educação é capaz de transformar um cenário social de exclusão e violência em inclusão e desenvolvimento.

Durante o mês de junho, o Campus Blumenau da UFSC recebeu duas pesquisadoras colombianas que atuam como docentes de Matemática na educação básica de Medellín. Ángela María Quiceno Restrepo (26 anos) e Daniela Montoya Osorio (27 anos) vivem e lecionam na cidade, que já foi considerada uma das mais violentas do mundo na década de 90 em razão do narcotráfico. Hoje elas auxiliam a manter viva a virada por cima do município, que hoje ostenta um título bem mais positivo: o de mais inovador do mundo.

Ángela María Quiceno Restrepo

Em 2015, por meio de um decreto legislativo, estabeleceu-se que todas as escolas colombianas deveriam ter uma disciplina denominada “Cátedra para a Paz”, como estratégia de propagação da cultura pacífica entre crianças e jovens. Os projetos ligados à componente curricular estão diretamente direcionados aos professores das áreas de ciências humanas, naturais e sociais, algo que está sendo questionado por Ángela e Daniela por meio da pesquisa denominada “Matemáticas, educación y paz en la escuela”, sob orientação da Profª Carolina Tamayo Osorio. Durante dois anos, as pós-graduandas da Universidad de Antioquia pretendem superar a separação entre profissionais das ciências exatas e humanas ao provocar o debate sobre as implicações éticas e práticas da utilização dos conhecimentos matemáticos em conflitos bélicos.

Recepcionadas pelo professor Julio Faria Corrêa, as pesquisadoras realizaram um intercâmbio de um mês no Campus Blumenau da UFSC, período em que também participaram da "Jornada de 27 de Junho", promovida pelo Grupo de Pesquisa em Educação, Linguagem e Práticas Culturais (PHALA), na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo. Aproveitando a troca de experiências, Ángela e Daniela explicam as razões que as levaram a escolher o Brasil como campo de estudo e também as perspectivas de atuação social e educacional proporcionadas pela pesquisa. Leia abaixo:

(Da esq. p/ dir) Daniela, Julio Corrêa e Ángela em evento da área de Educação na Unicamp.

1. O que motivou vocês a trabalharem no tema da paz?

Ángela – Sinto que o trabalho para a paz, com a paz e pela paz é um assunto que compete a todos, especialmente em um país como a Colômbia que viveu tanto tempo entre o conflito. As escolas, hoje em dia, estão cheias de desafios e eu como professora estou envolvida no trabalho da minha turma de matemática com as crianças e na problematização dos aspectos sociais que funcionam em todas as áreas do conhecimento. O Ministério da Educação Nacional da Colômbia sustenta que há disciplinas fundamentais para trabalhar o tema da paz nas escolas e não está incluída a Matemática, então, querer trabalhar a construção da paz em meu ambiente, a partir da Matemática, é um ato de resistência.

Daniela - São muitas as questões que me motivaram a trabalhar em prol da paz, uma das quais foi que uma vez tive experiências próximas com a guerra e, embora não tenha sido diretamente afetada, senti-me tocada. Agora que tive a oportunidade de estudar, senti a necessidade de mobilizar e refletir com os alunos e na escola onde trabalho como forma de contribuir para a paz - tão necessária na Colômbia e que todos nós precisamos. Trabalhar com paz é uma maneira de elevar a voz e falar por aqueles que não foram ouvidos, para ressignificar formas de viver e reconstruir a história do meu fazer e do meu ser a partir da matemática.

Pesquisadoras participam de Jornada em São Paulo com demais docentes brasileiros da área de educação.

2. Por que a escolha pelo Brasil para desenvolvimento da pesquisa?

Ángela - Lembro que desde a minha graduação, fazer um estágio estudantil era uma conquista pessoal indescritível. Agora que estou cursando o mestrado, ter desembarcado no Brasil foi um sonho que se tornou realidade. Nosso trabalho na perspectiva da Filosofia da Linguagem e da Matemática, com a perspectiva de autores como Wittgenstein, Derrida, Deleuze, tem sido muito bem fundamentado neste país. Além disso, um dos nossos principais autores para leitura e construção do nosso trabalho é o professor Julio Corrêa. Portanto, ter a possibilidade de compartilhar alguns espaços acadêmicos com ele foi muito relevante para a pesquisa. Também o divertido e interessante em conhecer o Brasil foi perceber que, como países da América do Sul, compartilhamos muitos problemas sociais semelhantes, nossas escolas, nossos governos ... então a ideia é continuar lutando pelas utopias.

Daniela - Chegar ao Brasil é um evento que não foi planejado recentemente, teve toda uma história, mas vou tentar resumir aqui. Desde que comecei a estudar Educação Matemática antes da graduação que me interessou este país (Brasil). Discutíamos textos de diferentes autores brasileiros e, no grupo de pesquisa (MES) do qual faço parte, alguns haviam tido a experiência de conhecer o Brasil, sua cultura, sua educação e, acima de tudo, aquelas pessoas que nos permitiram ter esse olhar crítico sobre a Matemática e o mundo em si. A partir daí esse interesse começou. Já no mestrado esse desejo aumentou, especialmente porque neste país vivem algumas das nossas referências sobre o trabalho em paz - como os professores Julio Corrêa e Antonio Miguel – que, a partir de suas perspectivas filosóficas, nos mostraram que a paz é uma preocupação não só dos colombianos, mas de todos nós que estamos interessados em um mundo melhor. Ter então a oportunidade de conhecer o Brasil e de nos vermos enriquecidas pelo conhecimento, amizade e hospitalidade foi um fato que, sem dúvida, contribuiu para continuar nesse processo de pensar e trabalhar pela paz.

3. Quais são suas metas para os estudantes da educação básica por meio da pesquisa?

Ángela - Construir a paz na escola tem sido um desafio para todos nós ao procurarmos relações ou até mesmo ao entendermos como estamos usando a Matemática, ou quando problematizamos práticas militares. Tem sido um trabalho complexo, mas satisfatório ao mesmo tempo não só para as crianças, mas também para mim, porque nesse processo eu também me construí e também me desconstruí no sentido de Derrida, aprendi a ver as coisas além do que levamos para a sala de aula. Minha ideia ao fazer a pesquisa com crianças do 5º ano foi mostrar-lhes outras possibilidades, outras formas de ver o mundo, outras maneiras de ver a Matemática além da lista de conteúdos que estão nos planos curriculares das escolas, motivá-las e mostrá-las também algo da história do nosso país.

Daniela - Com esta pesquisa pretendemos problematizar, na aula de Matemática, aspectos que alguns não acreditariam ser possíveis pelo fato de não encontrarem relações. Exatamente, é poder contribuir para a paz a partir e com a Matemática: abrir espaços para reflexão, fazer terapia e desconstruir as ideias estruturadas que nos fizeram ver como naturais, em locais onde não há espaço para novos pensamentos, novas ideias e novos caminhos. Até certo ponto, é possível que os alunos enxerguem além do que acontece na escola e sejam capazes de lidar com os problemas de seus contextos externos à Matemática como uma prática social.

4. Quais perspectivas vocês veem para uma maior participação dos professores e profissionais das ciências exatas na resolução dos problemas sociais?

Ángela – Eu sinto que devemos começar quebrando a ideia de que Matemática tem a ver com a realidade, mas não com os problemas sociais reais. Parar de vermos as "Ciências Exatas" como um conjunto de conteúdos conceituais que se comportam de uma maneira determinada, porque isso implica não vê-las envolvidas nas práticas sociais que os seres humanos realizam em seus diferentes contextos.

Daniela – A partir de nossa pesquisa, claramente observamos que é fundamental falarmos da Filosofia da Educação Matemática e da Filosofia da Linguagem, desde qualquer área de conhecimento, porque ao trabalharmos com elas estamos rompendo padrões, desconstruindo ideias e pensamentos que se instauraram precisamente a partir das concepções das ciências exatas. Ousamos problematizar práticas sociais como a paz e a guerra a partir da área da Matemática, esta que tem sido tratada como uma das mais formalistas das ciências. Portanto, consideramos que a perspectiva filosófica de Wittgenstein é uma grande possibilidade para professores e alunos pensarem sobre os problemas da sala de aula desde uma área específica.

 

(Camila Collato/Comunicação UFSC Blumenau, com informações Julio Faria Corrêa)

Tags: educaçãointercâmbioPaz

PRODEGESP abre processo seletivos para três vagas de professor substituto no Campus Blumenau da UFSC

12/07/2019 17:36

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PRODEGESP) divulgou, no dia 12/7, o Edital 071/2019/DDP com vagas para seleção de docentes para os Departamentos de Matemática (MAT), Engenharia Têxtil (DET) e Ciências Exatas e Educação (CEE) do Centro de Blumenau. A contratação é para professores substitutos, por tempo determinado, para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público.

Ao todo são três vagas disponíveis e as inscrições devem ser realizadas entre os dias 15 e 19 de julho, das  08:00 às 11:30 e das 13:00 às 17:00, na Secretaria dos Departamentos (Rua João Pessoa, 2514, sala C204. Bairro Velha - Blumenau/SC ).

Veja abaixo:

Departamento de Matemática (MAT)

Área/Subárea do conhecimento: Matemática

Vagas: 01 (uma) - endo esta, preferencialmente, reservada para candidatos com deficiência conforme prevê a seção 5 do Edital.

Regime de trabalho: 40 (quarenta) horas semanais

Requisitos: Graduação em qualquer área e Mestrado ou Doutorado em Matemática ou Matemática Aplicada ou Graduação em Matemática e Mestrado ou Doutorado em Matemática ou Matemática Aplicada ou Física ou Probabilidade ou Estatística ou Geofísica ou Engenharias.

Departamento de Engenharia Têxtil (DET)

Área/Subárea de conhecimento: Materiais e Processos Têxteis

Vagas: 01 (uma)

Regime de Trabalho: 40 (quarenta) horas semanais

Requisitos: Graduação em Engenharia Têxtil ou Engenharia de Produção ou Administração ou Moda ou Design de Moda ou Design de Produto ou Tecnólogo em Produção Têxtil ou Tecnólogo em Produção de Vestuário e Especialização ou Mestrado ou Doutorado na área de Engenharia Têxtil ou Engenharia de Produção ou Produção Têxtil, ou Produção de Vestuário ou Design ou Moda.

Departamento de Ciências Exatas e Educação (CEE)

Área/Subárea de conhecimento: Química/Química Analítica

Vagas: 01 (uma).

Regime de Trabalho: 40 (quarenta) horas semanais

Requisitos: Licenciatura e/ou Bacharelado em Química e Mestrado ou Doutorado em Química com área de concentração em Química Analítica.

Informações adicionais diretamente na Secretaria dos Departamentos (48) 3721-3348 | (47) 3232-5148) ou no site da PRODEGESP/UFSC.

(Camila Collato/Comunicação UFSC Blumenau, com informações PRODEGESP)

 

Tags: docenteensinosuperiorprofessorseleçãouniversidade

Estudantes da UFSC Blumenau conquistam prêmios nos Jogos Universitários Catarinenses (JUCs)

12/07/2019 11:47

Alunos participaram em três modalidades na 63ª edição da competição

Estudantes da UFSC Blumenau participaram, nos dias 6 e 7 de julho, da 63ª edição dos Jogos Universitários Catarinenses (JUCs), realizados em Joinville-SC. O evento, sediado entre 5 e 9/7 no Campus da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), reuniu dezenove instituições de ensino superior e promoveu competições em diversas modalidades como Atletismo, Badminton, Basquetebol, Basquete 3X3, Futebol, Futebol (Games), Futsal, Handebol, Judô, Natação, Tênis, Tênis de Mesa, Voleibol, Vôlei de Praia e Xadrez.

Os alunos Dartagnan Scalon Machado (Engenharia de Controle e Automação), Felipe Augusto da Silva (Engenharia de Materiais) e Diogo Machado Regis (Engenharia de Materiais) participaram no vôlei masculino; Tiago Carstens Dobuchak (Engenharia de Controle e Automação), no xadrez; e Catarine Holler (Licenciatura em Química), no badmington.

O melhor desempenho foi no xadrez, no qual Tiago Carstens Dobuchak foi campeão na modalidade. Já a equipe do vôlei masculino faturou a 2ª posição e Catarine ficou em 2º lugar na dupla mista e 3º lugar na dupla feminina do badminton.

Promovido pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e Federação Catarinense do Desporto Universitário (FCDU), o JUCs tem como objetivo fomentar a participação em atividades esportivas em todas as Instituições de Ensino Superior (IEs) do Estado de Santa Catarina, promover a ampla mobilização da juventude universitária em torno do esporte, identificar talentos no cenário esportivo estadual e desenvolver o intercâmbio sociocultural e desportivo entre os estudantes universitários.

(Camila Collato/Comunicação UFSC Blumenau, com informações FCDU e Udesc Joinville)

Veja as fotos:

Tags: esportesJUCSuniversidade

Núcleo Pedagógico abre inscrições para intensivo em pré-Física

09/07/2019 17:38

O Núcleo Pedagógico (Nupe) do Campus Blumenau abriu inscrições, até 29 de julho, para curso intensivo de pré-Física, por meio do Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (PIAPE). O objetivo é aprimorar habilidades e conteúdos necessários ao bom aproveitamento das disciplinas.

As aulas serão ministradas pelo professor tutor Flávio dos Santos Jerez, entre os dias 29 de julho e 02 de agosto, das 09 às 12h. São 20 (vinte) vagas disponíveis e as atividades serão desenvolvidas no Laboratório de Física (B103). Os participantes com frequência suficiente terão direito à certificação.

Mais informações no site nupe.blumenau.ufsc.br ou de segunda a sexta-feira na sala A108, Bloco A, Sede Acadêmica.

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Turma única

Período das aulas: de 29 a 02/08/19

Local: Sala B103 (Laboratório de Física – Bloco B)

Horário: das 9h às 12h

Vagas: 20 (vinte)

Cronograma

29/07/19: O que é física? / Notação Científica / Ordem de Grandeza / Prefixos
30/07/19: Unidades do Sistema Internacional/ Conversão de Unidades/ Análise Dimensional
31/07/19: Movimento em uma Dimensão
01/08/19: Vetores
02/08/19: Movimento em duas e três Dimensões

  • Haverá certificação para os participantes – Carga Horária: 15h
Tags: NUPEPiape